Carros

BMW Série 1 muda e agora é flex; versão de entrada custa R$ 109.950

André Deliberato

Do UOL, em São Paulo (SP)

28/10/2015 08h00

Carro de entrada da BMW no Brasil e no mundo, o Série 1, que foi apresentado mundialmente no Salão de Genebra, em março, começou a ser produzido nas últimas semanas na fábrica da empresa, em Araquari (SC), já com o visual atualizado. A informação foi adiantada no começo deste ano por UOL Carros.

O carro chega às lojas ainda neste final de mês custando a partir de R$ 109.950 na versão 120i Sport e R$ 119.950 na configuração 120i Sport GP, ambas equipadas com motor 2.0 flex, de quatro cilindros, turbo e injeção direta de combustível, capaz de gerar 184 cv e 27,5 kgfm de torque, com gasolina ou etanol no tanque.

Versões mais baratas, com motor de três cilindros (o mesmo utilizado pelos novos Mini) e as apimentadas configurações 125i M Sport e M 135i chegam em 2016 -- destes, apenas o último continuará sendo importado. Atualmente, são produzidos na fábrica Série 1, Série 3, X1, X3 e Mini Countryman.

Divulgação
Lanterna que era alojada na carroceria dá lugar a uma maior que invade o porta-malas Imagem: Divulgação

Série 1 brasileiro = Série 1 gringo

Segundo a marca, o Série 1 feito no Brasil tem a mesma qualidade (de acabamento, mecânica e número de equipamentos) que qualquer unidade feita fora do país. Além do motor turboflex, o modelo é equipado com câmbio automático de oito marchas e utiliza a tração traseira (e não dianteira, como havia sido especulado) para acelerar de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos. 
 
O carro ainda traz sistema start-stop (que desliga e religa o motor em paradas rápidas para poupar combustível), controles de tração e estabilidade, seletor de modos de condução e tecnologia de regeneração de energia em frenagens.
Divulgação
Desenho interno evoluiu menos que o externo, mas ficou mais agradável ao toque Imagem: Divulgação

Menos careta

A atualização no desenho praticamente "corrige" a reestilização que o carro havia sofrido em 2011. Faróis e lanternas foram alinhados ao padrão de design da marca e fazem melhor uso dos LEDs; para-choques e vincos estão menos caretas, mais bojudos e bem resolvidos -- eliminando de vez o "estrabismo" causado pela cara de "Angry Bird" do modelo anterior.
 
Na traseira, a pequena lanterna que era alojada na carroceria dá lugar a uma peça maior, mais volumosa, seccionada e horizontalizada, que invade a tampa do porta-malas. O desenho mais elegante faz o hatch aparentar ter porte maior.
 
Por dentro, o acabamento que já era digno de elogios ficou mais agradável ao toque, mas com menos avanços que na parte externa. Isso tudo sem que haja mudanças nas dimensões: 4,32 m de comprimento, com 2,69 m de espaço entre-eixos, seja com duas ou quatro portas, o que significa bom espaço para até quatro ocupantes -- um quinto passageiro já não é tão bem-vindo.
 
 

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