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Mini brasileiro chega às lojas em novembro bebendo só gasolina

Murilo Góes/UOL
Countryman brasileiro chega igualzinho ao importado: mesmos equipamentos, versões e, muito provavelmente, preços; hoje, versão de entrada parte de R$ 126.950 Imagem: Murilo Góes/UOL

Leonardo Felix

Do UOL, em São Paulo (SP)

03/09/2015 16h37

Após anunciar o início da montagem do X3, sem muito alarde, no começo do último mês, a BMW do Brasil parece ter se preparado para soltar, de uma só vez, uma série de novidades na virada de 2015 para 2016.

UOL Carrosadiantou algumas delas: a reestilização do sedã Série 3 deve chegar em dezembro; a nova geração do crossover X1 será apresentada nas próximas semanas, no Salão de Frankfurt, e ganha as ruas brasileiras como nacional nos primeiros meses do ano que vem. Depois, provavelmente no fim do primeiro trimestre, chega o facelift do hatch Série 1, que, assim como os outros dois, já é montado na fábrica de Araquari (SC).

A última peça que falta a esse quebra-cabeças é o Mini Countryman, crossover baseado no hatch compacto inglês que também será feito localmente. As primeiras unidades pré-série começam a ser produzidas  nas próximas semanas, aproveitando a inauguração da nova ala de pintura e solda do complexo, para os ajustes finais do processo de montagem.

Entretanto, o Countryman brasileiro estará nas lojas para valer só em novembro, mantendo a mesma gama de versões e preços da atual linha importada. Fontes da marca preveem que as duas versões mais básicas e de tração dianteira, Exclusive (R$ 126.950) e Top (R$ 143.950) serão nacionalizadas. A de topo, John Cooper Works (R$ 168.950), continuará vindo de fora. Resta a intermediária All 4 (R$ 149.950), munida de tração integral, que provavelmente também será montada em Araquari.

Até o fim deste ano, será montadas cerca de 200 unidades, que devem abastecer as concessionárias por até seis meses. Atualmente, o modelo não vende mais do que 40 unidades ao mês e, sem alteração nos preços, a fabricante não espera aumentar o volume em curto prazo. 

Flex só em 2017

Todos os Countryman fabricados aqui usarão, por enquanto, o mesmo motor 1.6 turbo a gasolina com duplo rotor existente no crossover importado. Ele é capaz de render 184 cv de potência e 26,5 kgfm de torque (com overboost). Isso significa que a estreia do 1.5 3-cilindros turboflex ficará mesmo para a dupla Série 3 e X1. "O projeto está pronto, mas falta acertar muitos detalhes de adaptação", disse uma fonte. O lançamento da tecnologia, portanto, deve ficar para 2016.

No caso do X1, a nova geração também será responsável por estrear na linha da unidade catarinense a plataforma de tração dianteira UKL, já existente no recém-lançado Série 2 Active Tourer e na atual geração do Mini Cooper, mas que ainda não é utilizada pelo Countryman. Este último só deve ter a base atualizada por aqui no início de 2017, ganhando, aí sim,  o propulsor bicombustível de 1,5 litro.

Com a nacionalização do Countryman, a Mini terá mais sobras na cota de importação para trazer o novíssimo Clubman, a ser mostrado pela primeira vez daqui a alguns dias, em Frankfurt.

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