Mobilidade

Novo Prius promete ser ainda mais ecológico por R$ 119.950

Do UOL, em São Paulo (SP)

07/06/2016 09h00Atualizada em 31/10/2016 11h59

Conforme antecipado por UOL Carros em maio, a quarta geração do Toyota Prius chega ao mercado nesta quarta-feira (8) com a missão de fazer o Brasil enfim se acostumar ao conceito do carro híbrido.

Justamente por isso a fabricante não praticou o mesmo que havia feito com Hilux e SW4, e tentou manter o preço em patamar próximo ao que já era anteriormente praticado: R$ 119.950 em versão única.

Murilo Góes/UOL
Inspirado no Mirai, visual do Prius exagera no flerte com o futurismo: linha de cintura elevada na traseira e lanternas demasiadamente espichadas são elementos polêmicos, sem a harmonia que modelos como o Honda Civic 10 conseguiram Imagem: Murilo Góes/UOL
Disponível em sete opções de cores (dois tipos de branco, preto prata, cinza, azul e um inédito vermelho), o modelo trará de série os seguintes itens:

Sete airbags; rodas de liga leve aro 15 com aletas que melhoram o fluxo do ar e uso de pneus com baixa resistência ao rolamento; destravamento das portas por sensor de proximidade da chave; alarme; controle de estabilidade e tração; faróis, faróis de neblina e lanternas em LED; head-up display; ar-condicionado digital de duas zonas capaz de concentrar o fluxo apenas onde há ocupação; partida do motor por botão; bancos em couro sintético e do motorista com regulagem elétrica de altura, profundidade, lombar e aquecimento; vidros elétricos com função um-toque e antiesmagamento; volante multifuncional em couro e com ajuste de altura e profundidade; retrovisores externos eletricamente rebatíveis; e retrovisores internos antiofuscantes.

Junta-se a eles o sistema multimídia com tela tátil de 7 polegadas com funções de rádio, CD (embora não estejamos mais em 2005), MP3, Bluetooth, cabo USB, navegador GPS, TV digital, câmera de ré e até carregador sem fio de celulares (por indução, este sim um equipamento digno do século 21).

Na parte de segurança ainda há controle de cruzeiro, alerta de faróis e uso do cinto nos assentos dianteiros, cintos de segurança com pré-tensionadores em todas as posições e travas de segurança nas portas traseiras para crianças.

A Toyota promete ainda fazer plano de revisões com tabela similar à do Corolla: são três anos de garantia com plano de revisão anual ao longo de seis anos. 

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Interior com painel dividido em camadas agrada mais do que parte externa; falta uma central mais moderna, algo contraditório num carro tão avançado mecanicamente Imagem: Murilo Góes/UOL

Eficiência

O principal propósito do Prius, obviamente, continua a ser condução "ecologicamente correta". Por isso o motor 1.8 a gasolina, de ciclo Atkinson e comando variável de válvulas, foi recalibrado para ficar um pouco menos forte (98 cv a 5.600 rpm e 14,2 kgfm a 3.600 rpm).

Ele trabalha em conjunto com um propulsor elétrico de 72 cv e 16,6 kgfm. A potência somada é de 123 cv, com promessa de um consumo até 20% melhor que o da geração antiga. Atualmente o Prius é o veículo mais bem avaliado pelo Programa de Etiquetagem do Inmetro, com médias de 18,9/17 km/l (cidade/estrada).

Transmissão tipo CVT (continuamente variável), com manopla em forma de controle de videogame, continua presente, assim como os freios regenerativos.

No computador de bordo em tela TFT de 4,2 polegadas o motorista pode ajustar, entre diversas funções, o modo Eco Wallet, que indica o tempo de uso em modo 100% elétrico e quanto foi economizado em combustível com o auxílio da bateria de níquel. 

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Motor 1.8 a combustão recebeu diversas mudanças para ficar até 20% mais eficiente Imagem: Murilo Góes/UOL

Plataforma 

Na base do Prius IV, que por enquanto virá importado do Japão (há chances, embora cada vez mais remotas, de o modelo ser nacionalizado em 2018) está a plataforma TNGA, a mesma do suvinho C-HR e da próxima geração do Corolla.

Divulgação
Plataforma TNGA, inaugurada pelo Prius, deu origem ao SUV C-HR (cotado, mas ainda não confirmado para o Brasil) e também será usada pelo próximo Corolla Imagem: Divulgação
Com uso de laser nos pontos de solda e aumento de 3% para 19% no índice de aço de alta resistência na composição, o hatchback híbrido -- agora com muito mais jeito de fastback; ou seria um sedã? -- promete entregar carroceria 60% mais rígida e coeficiente aerodinâmico melhor.

Isto porque todas as dimensões de altura diminuíram, incluindo capô e ponto H. O pico é de 1,47 m (2 cm a menos do que a geração anterior). Por outro lado, comprimento (4,54 m) e largura (1,76 m) cresceram 6 e 1,5 cm, respectivamente, enquanto o porta-malas aumentou de 446 para 502 litros.

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