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Chery New QQ chega, ainda importado, a partir de R$ 31.990

Murilo Góes/UOL
Lote importado é de 1.000 unidades, o suficiente para garantir vendas até nacionalização Imagem: Murilo Góes/UOL

Do UOL, em São Paulo (SP)

22/04/2015 18h07

Os temores em relação à instabilidade do dólar, que chegaram a ameaçar a importação do New QQ ao Brasil, foram contornados e a Chery anunciou, nesta quarta-feira (22), o início das vendas do subcompacto reestilizado no país, a partir de R$ 31.990.

Conforme UOL Carros adiantou, o modelo será vendido em duas versões: a Look (R$ 31.990) virá de série com direção hidráulica, ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, e rádio com entrada USB. Já a Act (R$ 33.990) acrescenta sensor de estacionamento, rodas de liga leve aro 14 polegadas, vidros traseiros elétricos, retrovisores externos com ajuste elétrico, chaves com alarme antifurto e sistema de rádio com MP3 e CD Player.

O motor será sempre o Acteco 1.0 3-cilindros, de 69 cv e 9,3 kgfm, já existente na gama atual, acoplado a transmissão manual de cinco velocidades. Com isso, o antigo 1.1 de 68 cv e quatro cilindros será aposentado. A previsão é de que a tecnologia flex só estreie no modelo quando a produção for nacionalizada, em setembro deste ano.

Visualmente, o New QQ é mais bem resolvido que o antecessor, no desenho e no porte: capô e para-choque frontal continuam separados por um vão que forma um "sorriso", porém sem grade de refrigeração -- as tomadas de ar mudam para nicho de placa e para-choque. Os faróis, mais elípticos do que redondos, ganham frisos para leve efeito 3D. Já a tampa traseira do porta-malas passa a ser de vidro inteiriço -- algo que o Volkswagen up! não tem por aqui.

Só o necessário

Segundo apurado por UOL Carros, a Chery trará um lote importado de 1.000 unidades do New QQ, suficientes para garantir as vendas entre o fim de abril e setembro, quando a montadora deve enfim iniciar sua produção na fábrica de Jacareí (SP). Nos três primeiros meses de 2015, o modelo foi responsável por 587 emplacamentos no país, média de 195 por mês. O volume tende até a cair até a nacionalização, visto que o preço do carrinho rompeu a barreira de R$ 30 mil.

Além do QQ e do Celer, já montado em Jacareí, a meta da Chery é fabricar localmente também o Tiggo 5, a partir do início do ano que vem, e o Tiggo 3, formando uma gama de produtos totalmente brasileira até 2017.

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