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Renault usou "estratégias fraudulentas" em motores, diz governo francês

Pierre Verdy/AFP
Imagem: Pierre Verdy/AFP

Em Paris (França)

15/03/2017 17h38

Carlos Ghosn, CEO da Renault, foi responsável, diz agência antifraude

O grupo automotivo francês Renault utilizou durante 25 anos "estratégias fraudulentas" para falsificar os testes de poluição de alguns dos seus motores, e a direção estava envolvida no esquema, afirmou a agência francesa antifraude em um relatório ao qual a AFP teve acesso nesta quarta-feira (15).

O próprio presidente da Renault, Carlos Ghosn, estaria envolvido neste "dieselgate" francês, segundo o relatório. "Não foi estabelecida nenhuma delegação de poder" por Ghosn neste caso, segundo a agência, que lhe atribui, portanto, a "responsabilidade" nesta suposta fraude.

A Renault de imediato desmentiu formalmente as acusações da agência antifraudes francesa, segundo afirmou à AFP o vice-presidente da companhia, Thierry Bolloré.

"A Renault não comete fraudes (...) Todos os veículos foram homologados de acordo com a regulamentação em vigor", afirmou por telefone Bolloré, diretor delegado de concorrência da empresa.

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