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Este vídeo mostra como ficou a reestilização de meia-vida para a sexta geração do sedã compacto-médio City. Produzido no Brasil em Sumaré (SP), dividindo plataforma com Fit e HR-V, o três-volumes recebeu leve retoque visual na Tailândia, já como ano-modelo 2018.

Como aportou no Brasil há menos de três anos, o novo City deve demorar alguns meses para mudar de cara também por aqui. Veja no vídeo quais são as novidades e como ficou o visual.

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UOL Carros controla novo Mercedes Classe E sem utilizar as mãos

Estamos quase na era dos carros autônomos. Quase: por ora, temos modelos semi-autônomos, que não se movem por aí por conta, mas auxiliam o motorista a ter uma condução mais confortável e também segura -- evitando acidentes que acontecem por distração, por exemplo. Carros assim já estão disponíveis inclusive no Brasil... para quem pode pagar mais caro: depois da picape Ford Ranger e dos sedãs Chevrolet Cruze e Audi A3 usarem piloto automático adaptativo (que mantém distância e velocidade programadas em relação ao carro da frente) e também controle do esterçamento do volante (para manter o carro na faixa), chegou a vez do novo Mercedes-Benz Classe E elevar o patamar da mãozinha eletrônica. Com conjunto mais avançado de radar, sensores e câmera 3D, a décima geração lê faixas de solo e percebe o fluxo de carros e pedestres à frente com maior facilidade e destreza. Em trânsito real, UOL Carros percorreu 95 quilômetros, em vias urbanas e rodovias na Grande São Paulo, quase sem usar mãos e pés -- sempre mantendo a atenção, claro, cuidando da distância para outros carros e da proximidade de motos. Aliás, a questão de motocicletas trafegando "no corredor" entre as faixas é o grande problema para o sistema no Brasil -- e não buracos ou sinalização irregular, como muitos pensam. Como o sistema do Classe E é pensado para manter o carro sempre no meio da faixa de rolamento, o motorista vai bloquear o tráfego de motor e/ou tomar sustos o tempo todo com os alarmes sonoros e visuais que o sedã emite a cada detecção de veículos nos arredores em situação perigosa. A Mercedes, infelizmente, não pensa em alterar a programação de seus modelos para "pensar" nas motos e um espaço à esquerda da faixa. Tirando esse porém, o carro se comporta muito bem: os sistemas de auxílio podem ser ativados a partir dos 30 km/h, embora funcionem a qualquer velocidade depois de programados. Ou seja, o carro pode parar e voltar a acelerar do zero por conta (se a parada for mais longa, basta um leve toque no pedal para retomar tudo), seguindo o tráfego da mesma mão e ainda respeitando carros na mão contrária, no cruzamento e ainda pedestres. Também pode movimentar o volante seguindo a sinalização de solo, mesmo que ruim (só não dá conta de áreas sem faixas, claro). E tudo a máximas de até 210 km/h -- no teste, respeitamos o limite de 120 km/h.

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