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26/07/2008 - 11h42

Esportividade e alta sofisticação são trunfos do Range Rover Sport entre os SUVs de luxo

Da AutoPress
Especial para o UOL

O sentido de um Land Rover é o "off-road". Mas de uns anos para cá, o mercado passou a exigir esportividade, com motores vigorosos, aliada a um alto grau de sofisticação. Daí a criação do Ranger Rover Sport. Lançado no fim de 2005, o utilitário esportivo grande foi uma resposta da marca britânica aos concorrentes alemães BMW X5 e Porsche Cayenne, precursores dessa tendência. Feito sobre a mesma plataforma do Discovery III, o Range Rover Sport tem proposta dupla: oferece desempenho fora-de-estrada robusto e, ao mesmo tempo, um comportamento de automóvel de passeio no asfalto. Tudo, é claro, com conforto e uma elevada quantidade de recursos eletrônicos.
 

Jorge Rodrigues Jorge/Carta Z Notícias  
Mais que potente, seguro ou estiloso, Range Rover Sport é um veículo envolvente

Equipado com tração integral 4x4, a versão Sport tem o estilo e o nome inspirados no maior e mais completo jipão da marca inglesa, o Range Rover Vogue. Por uma simples razão: o Range Rover foi o primeiro utilitário esportivo do mundo a unir lama e luxo. E o Sport herda esse status. Mas as semelhanças entre os dois modelos param aí. Até porque o Range Rover Sport cumpre uma função mercadológica muito específica. Posicionado entre o Discovery III e o Vogue, é o veículo com vocação mais esportiva da Land Rover.

O "título" vem das potentes unidades de força instaladas no modelo, com destaque para o propulsor a diesel 3.6 V8, com dois turbocompressores, 32 válvulas, bloco em alumínio e duplo comando no cabeçote. Acoplado ao câmbio automático seqüencial de seis marchas, o motor despeja 272 cv de potência a 4 mil rpm e generosos 65,2 kgfm de torque máximo logo aos 2.000 giros. O Range Sport ainda têm uma unidade a diesel mais "mansa", a 2.7 V6 turbo, e outra a gasolina, a 4.2 V8 Supercharger, a mais forte da gama, com 390 cv.
 

ACELERADAS
Jorge Rodrigues Jorge/Carta Z Notícias
- O Range Rover Sport é produzido na fábrica da Land Rover em Solihull, próxima a Birmingham,
na Inglaterra.
- O SUV é vendido no Brasil desde outubro de 2006, quando foi apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo.
- A versão de entrada do Range Rover Sport é a 2.7 V6 diesel de 190 cv de potência e 44 kgfm de torque máximo, vendida a R$ 275 mil. O único rival é o Mercedes-Benz ML 320 CDi, com motor 3.0 V6 diesel de 224 cv e 52 kgfm de torque, a R$ 289.900.
- A Land Rover diz que o sistema de navegação por GPS vem de série nas versões tops HSE V8 a gasolina e diesel, equipadas com tela de 7 polegadas integrada ao topo do console central. E garante que o sistema funcionará após ser homologado. Mas não há previsão.
- As versões SE e HSE do Range Rover Sport, equipadas com os motores V8 a gasolina e diesel, trazem de série os freios dianteiros da marca italiana Brembo.

No caso do Range Rover Sport, porém, ter motores a diesel tem feito a diferença. Das 195 unidades emplacadas no país no primeiro semestre, 171 unidades, ou 87,7% das vendas, foram das versões a diesel SE TDV6, SE TDV8 e a "top" HSE TDV8, vendidas por R$ 275 mil, R$ 329 mil e R$ 376 mil, na ordem. Além disso, o único rival com opção de motor a diesel é o Mercedes-Benz ML 320 CDi. Tanto BMW X5 quanto Porsche Cayenne têm somente motores a gasolina. Que, na prática, são mais silenciosos e potentes, mas perdem em consumo, eficiência energética e torque máximo para as unidades de força a diesel.

Mas independentemente do motor, há outro atributo muito forte no Range Sport: a sofisticação. Ele traz diversos recursos eletrônicos de uso fora-de-estrada, de segurança, conforto e entretenimento. Entre eles, o principal destaque é o Terrain Response, que adapta automaticamente a suspensão pneumática, ajustando a altura de acordo com o tipo de superfície. Há cinco modos de condução pré-programados: normal, para asfalto, piso escorregadio, para neve e grama, e para lama, pedras e areia.

Já entre os equipamentos de segurança, o modelo mais parece um supercarro. Traz de fábrica oito airbags -- duplos frontais, laterais dianteiros e traseiros e do tipo cortina --, freios com ABS, EBD e assistente de emergência, controle de frenagem em curvas CBC, controle de descidas HDC e os "tradicionais" controles eletrônicos de estabilidade DSC e de tração ETC. Completam a lista os faróis bixênon e um sofisticado controle de rolagem ARM, que diminui o torque do motor e aplica os freios automaticamente quando percebe excessos no limite dos movimentos de rolagem do veículo.

O interior, repleto de botões e comandos, completa o cenário com fartura de itens e requinte. Há revestimento em couro no painel, bancos, volante e manopla do câmbio, regulagens elétricas nos bancos dianteiros, ar de duas zonas, rádio/CD/MP3 com entrada auxiliar e bluetooth, direção hidráulica progressiva, volante multifuncional, computador de bordo, controle de cruzeiro, sensores de obstáculos traseiros e teto solar elétrico, entre outros.

O Range Rover Sport pode receber, ainda, diversos opcionais, entre eles um sistema de aquecimento dos bancos, leitor de DVD com telas individuais para os passageiros de trás e um conjunto premium de áudio Harman-Kardon Logic-7 Surround, com 13 alto-falantes, subwoofer e disqueteira no painel. Isso sem falar no Dynamic Response, sistema eletrohidráulico que controla a rigidez das barras estabilizadoras nas curvas acentuadas, para evitar que a carroceria torça excessivamente. Não por acaso, mais do que um veículo off-road, o Range Rover Sport é, acima de tudo, um verdadeiro showroom de tecnologia.
 

SOPA DE LETRINHAS
Saiba mais sobre a eletrônica embarcada no Range Rover Sport
- Active Roll Mitigation: Referenciado pela sigla ARM, o controle ativo de rolagem diminui o torque do motor e aplica os freios automaticamente quando percebe excessos no limite dos movimentos de rolagem do veículo.
- Anti-lock Brake System: Popularmente chamado de ABS, o sistema evita o travamento das rodas em frenagens muito intensas, evitando que o veículo derrape e o motorista perca a direção.
- Curve Brake Control: O controle de frenagem em curvas, da sigla CBC, age automaticamente controlando o torque do motor em cada roda nas curvas mais acentuadas. O recurso evita que o carro perca o equilíbrio.
- Dynamic Stabilit Control: Popularmente conhecido pela sigla ESP, de Eletronic Stabilit Control, o DSC tem o mesmo princípio dos controles eletrônicos de estabilidade. Quando uma das rodas perde rotação em relação às outras durante uma manobra, o sistema desvia parte do torque do motor para aquela roda, mantendo o veículo na trajetória correta.
- Dynamic Response: Um dos recursos mais modernos do Range Rover Sport, o Dynamic Response é um sistema eletrohidráulico - opcional na versão TDV8 biturbo - que controla as barras estabilizadoras nas curvas muito acentuadas, ajustando a rigidez para que a carroceria não torça excessivamente e perca contato com o solo. O mesmo sistema ainda pode desativar as barras estabilizadoras em situações "off-road" severas, aumentando o curso da suspensão.
- Emergency Brake Distribution: Recurso disponível nos sistemas ABS de última geração, o EBD funciona como um distribuidor de força, equilibrando a potência de frenagem nas quatro rodas do veículo.
- Emergency Brake Assistance: Outro recurso comum dos sistemas ABS mais modernos, o EBA funciona como um monitor do conjunto de freios, antecipando automaticamente a ação dos assistentes ABS e EBD nas frenagens mais bruscas, em que o condutor aciona os freios repentinamente.
- Eletronic Traction Control: Chamado de ETC, o sistema mapeia a distribuição de torque do motor nos dois eixos e desvia parte da força automaticamente de acordo com a necessidade de uso.
- Hill Descent Control: Denominado pela sigla HDC, o sistema de controle automático de descidas limita automaticamente a velocidade em pistas muito íngremes, dispensando o acionamento dos freios.



IMPRESSÕES AO DIRIGIR
Mais que potente, seguro ou estiloso, o Range Rover Sport é um veículo envolvente. Atrás do volante do utilitário esportivo britânico, o motorista não dirige apenas. A vasta quantidade de equipamentos e recursos eletrônicos, aliado ao requinte do interior todo revestido em couro, proporcionam uma experiência única. Trata-se de um veículo que, diferente da maioria dos SUVs do mercado brasileiro, é realmente capaz de aventurar-se no meio do mato, em travessias que exigem alto nível de capacidade fora-de-estrada. E, ao mesmo tempo, rodar no asfalto como um confortável carro de passeio de apelo esportivo.
 

FICHA TÉCNICA
Land Rover Range Rover Sport SE 3.6 TDV8 Biturbo
Motor: A diesel, dianteiro, transversal, 3.630 cm³, com oito cilindros em "V", dois turbocompressores, quatro válvulas por cilindro e duplo comando no cabeçote. Acelerador eletrônico e injeção direta do tipo common rail.
Transmissão: Câmbio automático seqüencial de seis marchas à frente e uma a ré. Tração integral nas quatro rodas. Oferece controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 272 cv a 4 mil rpm.
Torque máximo: 65,2 kgfm entre 2 mil rpm e 4 mil rpm.
Diâmetro e curso: 81,0 mm X 88,0 mm. Taxa de compressão: 17.3:1.
Suspensão: Dianteira independente, com braços oscilantes duplos, molas pneumáticas reguladas eletronicamente, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira independente, com molas pneumáticas, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Oferece controle eletrônico de estabilidade.
Freios: Dianteiros e traseiros a discos ventilados. ABS, EBD, assistente de emergência, controle de frenagem em curvas e controle de descida de ladeira.Carroceria: Utilitário esportivo grande com quatro portas e cinco lugares. Medidas: 4,80 metros de comprimento, 1,93 m de largura, 1,81 m de altura e 2,74 m de entre-eixos. Oferece airbags duplos frontais, laterais dianteiros e traseiros e do tipo cortina.
Peso: 2.675 kg.
Porta-malas: 958 litros/2.013 litros com o banco traseiro rebatido.
Tanque: 84 litros.

No aspecto "off-road", o jipe comprova o que já é sabido no universo de SUVs com tração integral 4x4. A Land Rover é especialista em fabricar veículos duros na queda. Dotado de diversos recursos eletrônicos, o modelo impressiona pela versatilidade. O sistema Terrain Response, por exemplo, adapta a suspensão pneumática de acordo com a característica do terreno. Um botão giratório atrás da manopla do câmbio permite ao condutor selecionar cinco modos pré-programados -- asfalto, lama, pedra, areia e pisos escorregadios, como neve e grama.

No topo do console, uma tela de 7 polegadas sensível ao toque exibe gráficos com as mudanças feitas na suspensão. São tantos os recursos que até parece fácil encarar um passeio mais arriscado. Ainda mais que o Range Rover Sport é recheado de itens de segurança. Traz oito airbags, freios com ABS e assistentes de emergência EBD e EBA, além de diversos controles eletrônicos, como os de estabilidade, de tração e até de descida em declives e anti-rolamento.

Mas no caso da versão testada SE, mais que robustez fora-de-estrada impressiona o comportamento agressivo no asfalto. Equipado com um vigoroso motor a diesel 3.6 litros TDV8 biturbo, o utilitário é intenso nas acelerações e retomadas. O motorzão, extremamente silencioso para um propulsor a diesel, despeja nada menos que 272 cv de potência aos 4 mil giros e robustos 65,2 kgfm de toque máximo logo aos 2 mil rpm. A força, que se mantém integral até os 4 mil rpm, é suficiente para empurrar a cabeça contra o encosto durante as arrancadas.

Para ir de zero a 60 km/h são necessários 4,6 segundos, tempo que sobe para bons 8,8 s na arrancada de zero a 100 km/h, com o câmbio em "drive". A recuperação de fôlego é ainda mais expressiva: são 4,8 s para ir de 60 km/h a 100 km/h em drive. Grande parte desse desempenho vem do comportamento harmonioso do câmbio automático seqüencial de seis marchas. Com ele, o motor sobe e desce os giros com perfeito equilíbrio, sem vibrar excessivamente e acusar buracos ou delays.

O Range Rover Sport obteve média de consumo de 8,6 km/l em percurso misto de 2/3 de cidade e 1/3 de estrada, razoavelmente moderado para um SUV com 2,6 toneladas e avantajados 4,8 metros de comprimento, por 1,93 m de largura e 1,81 m de altura. Mas no caso do jipão inglês, dinheiro não pesa. O que conta mesmo é o status. Daí a fartura em materiais finos e equipamentos de conforto, que deixam o interior espaçoso ainda mais exuberante e convidativo. E o preço de R$ 329 mil mostra que exclusividade é para quem pode pagar.
(por Diogo de Oliveira)
 

DE ZERO A 100 PONTOS, O RANGER ROVER SPORT SE TDV8 BITURBO
Desempenho - É, sem dúvida, um dos pontos altos do Range Rover Sport. Já na primeira pisada no pedal do acelerador é possível sentir toda a força com que a unidade de força diesel 3.6 V8 biturbo empurra o SUV de 2.675 kg. Foram necessários apenas 4,6 segundos para ir de zero a 60 km/h e 8,8 segundos para ir de zero a 100 km/h, com o câmbio em "drive". O resultado foi ainda mais expressivo nas retomadas: 4,8 s e 5,2 s para recuperar o fôlego de 60 km/h a 100 km/h em "drive" e sexta marcha, respectivamente. O bom desempenho deveu-se sobretudo ao torque máximo de 65,2 kgfm, disponível desde os 2 mil giros até quase os 4 mil rpm. O câmbio automático seqüencial de seis marchas também cumpre seu papel com autoridade, sem buracos nem delays nas trocas. Nas frenagens, o utilitário manteve-se firme e seguro, sem dar sustos. Nota 9
Estabilidade - Repleto de sofisticados recursos eletrônicos de segurança, difícil é ver o Range Rover Sport sair da linha. Seja nas curvas fechadas ou em retas, o modelo mantém-se firme nas mãos do condutor, não importa a velocidade. Nas frenagens mais intensas, impressiona sua capacidade de reduzir a velocidade rapidamente, mesmo sem o auxílio do ABS e de outros sistemas. A comunicação entre rodas e volante é precisa em todos os momentos e não houve sinal de flutuação até atingir os 209 km/h, velocidade máxima limitada eletronicamente. Nota 9
Interatividade - Além de ter os comandos bem posicionados, o Range Sport é um veículo divertido, principalmente nas situações fora-de-estrada. Atrás da manopla do câmbio, um botão giratório permite selecionar um dos modos do Terrain Response, sistema eletrônico que adapta a suspensão pneumática de acordo com o terreno. No console central, uma tela de 7 polegadas exibe gráficos com as mudanças mecânicas. Outros três botões colados no seletor permitem ainda regular a altura, acionar a opção de marcha reduzida para o uso "off-road" ou ligar o sistema de controle de descida de ladeira. O interior conta com ampla visibilidade, ergonomia agradável, com ajustes elétricos nos bancos dianteiros e boa quantidade de informações no computador de bordo. Nota 9
Consumo - O Range Rover Sport registrou média de 8,6 km/l em percurso mesclado com 2/3 de cidade e 1/3 de estrada, consumo razoável para um veículo com motor a diesel, mesmo com as 2,6 toneladas e o propulsor V8. Nota 6
Conforto - Com bancos largos e macios e um isolamento acústico muito bem estruturado, o Range Rover Sport oferece alto nível de conforto aos passageiros. Há espaço de sobra para pernas e cabeças na frente e atrás e a suspensão pneumática filtra as imperfeições da pista de maneira agradável, sem ser molenga ou rígida em excesso. Nota 9
Tecnologia - Há uma quantidade enorme de recursos eletrônicos de todos os tipos no modelo. Na parte mecânica, destaque para o moderno motor diesel 3.6 TDV8 biturbo, com bloco em alumínio, duplo comando no cabeçote e injeção direta commom rail, além da suspensão pneumática controlada eletronicamente e a tração integral permanente 4x4. Na parte de segurança, traz oito airbags, controles de estabilidade, de tração, de descida em declives, anti-rolagem, de frenagem em curvas, além dos freios com ABS, EBD e assistente de emergência. Tem ainda os recursos "off-road", como o Terrain Response, que adapta a suspensão aos diferentes tipos de terreno, e os equipamentos de entretenimento, como a tela de 7 polegadas em "touch screen" no console central, o sistema de som com MP3, entradas auxiliares e conexão Bluetooth. O ponto negativo é que existe GPS de série, mas o sistema só funcionará após ser homologado. E não há previsão para isso. Nota 8
Habitabilidade - Fora o peso grande das portas e a altura elevada em relação ao solo, o convívio a bordo do Range Rover Sport é dos mais agradáveis. Além de ter iluminação por todo o interior e boa quantidade de porta-objetos, o utilitário leva generosos 958 litros na mala, volume que chega a 2.013 litros com o banco traseiro rebatido. Outro destaque é a tampa da mala, que permite abrir o vidro separadamente. Nota 9
Acabamento - Ao entrar no interior do Range Rover Sport, a impressão imediata é de requinte. Cada peça e detalhe parecem ter sido minuciosamente confeccionados, com encaixes perfeitos e materiais que impressionam aos olhos e ao tato. Nota 9
Design - O estilo do utilitário esportivo lembra em muito o do Range Rover Vogue, jipão topo de linha da montadora britânica. Mas as semelhanças não são mera coincidência. Na realidade, todos os modelos da Land Rover se caracterizam pelas linhas quadradonas, porém cheias de robustez. E no SUV, esses contornos ganham, ainda, maior expressão com seus avantajados 4,80 metros de comprimento por 1,93 m de largura e 1,81 m de altura. Nota 8
Custo/Benefício - Um comprador do Range Rover Sport dificilmente estará preocupado com o preço. Neste segmento de SUVs de luxo, o que conta na hora da venda é o status que cada modelo oferece. Mas na comparação com o rival Mercedes-Benz ML 320 CDi, o Range Sport leva vantagem por oferecer uma motorização a diesel mais forte, no caso a 3.6 litros TDV8 biturbo. E ainda tem a seu favor o "selo" da Land Rover, marca referência na capacidade fora-de-estrada. De qualquer forma, os R$ 329 mil pedidos na versão SE TDV8 são assustadores. Nota 6
 
Custo/Benefício - Um comprador do Range Rover Sport dificilmente estará preocupado com o preço. Neste segmento de SUVs de luxo, o que conta na hora da venda é o status que cada modelo oferece. Mas na comparação com o rival Mercedes-Benz ML 320 CDi, o Range Sport leva vantagem por oferecer uma motorização a diesel mais forte, no caso a 3.6 litros TDV8 biturbo. E ainda tem a seu favor o "selo" da Land Rover, marca referência na capacidade fora-de-estrada. De qualquer forma, os R$ 329 mil pedidos na versão SE TDV8 são assustadores. Nota 6

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