UOL Carros
 
24/06/2008 - 21h17

Americano namora o híbrido, mas se afasta para não gastar

Da redação
Nada menos que 72% dos consumidores norte-americanos têm interesse em possuir a tecnologia híbrida, que junta motores elétrico e a explosão e ajuda a poupar gasolina e poluir menos, em seu próximo veículo. Só que poucos querem enfrentar os custos adicionais do sistema, de cerca de US$ 5.000 por carro.

Um levantamento da J.D. Power and Associates, divulgado pelo site especializado Automotive News, mostra que sete em cada dez consumidores elogiam a tecnologia híbrida, o que a colocou em quinto lugar numa lista que inclui também dispositivos de segurança (como faróis direcionais e detectores de pontos cegos), de conforto (aquecimento/refrigeração dos bancos, entre outros) e de entretenimento (por exemplo, sistemas de conectividade sem fio).

Só que essa posição é alcançada antes de os pesquisados serem informados de que, para possuir um sistema híbrido, gasta-se cerca de US$ 5.000 a mais que o preço do carro normal. Então, apenas 46% dos norte-americanos ouvidos pela J.D. Power mantiveram o interesse, derrubando a tecnologia híbrida para o oitavo lugar na lista.

O mesmo raciocínio -- 'É caro, então não quero" -- vale para o detector de pontos cegos aos retrovisores, que pode atuar por meio de câmeras ou sensores de distância para compensar as falhas na visão pelo espelho. Ele é o "gadget" de segurança mais desejado, mas custa US$ 500 e também desaba na lista quando o preço é informado. Em seu lugar entra o assistente de ré, um tipo de sensor de obstáculos já bem comum mesmo no Brasil, e que custa cerca de US$ 300.

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