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03/06/2008 - 22h01

Impressões ao dirigir: Vectra GT tem identidade própria

Da Auto Press
O Vectra GT automático foi avaliado por três semanas e mais de mil quilômetros, na região serrana do Rio de Janeiro. Na sinuosa e bem pavimentada estrada que liga a capital a Petrópolis, foi possível constatar o bom trabalho da engenharia da General Motors brasileira na suspensão do Vectra GT. Se mostra ainda mais bem resolvida que a do sedã, que já é eficiente.

No asfalto, mesmo nas curvas efetuadas em alta velocidade, o hatch dá a sensação de estar sob inteiro controle, o que instiga uma direção mais abusada. Algo que não deixa de ser coerente com o ar jovial proporcionado pela traseira herdada do Opel Astra, que dá alguma leveza à austera frente do Chevrolet Vectra sedã. Se o câmbio automático oferecesse também a opção de acionamento manual das marchas, o GT poderia se tornar ainda mais instigante.

Depois de esbanjar equilíbrio na estrada serrana, já nas aprazíveis ruas petropolitanas -- muitas delas calçadas com paralelepípedos e sob eventuais chuvas de outono -- o Vectra GT automático também mostrou seu valor. No pára-e-anda do trânsito urbano, a economia de esforço oferecida pelo câmbio automático é bem-vinda. E o carro ainda mostra um motor disposto, jogo de direção e freios confiáveis para circular com desembaraço.

Se poupa esforço de quem dirige, o Vectra GT não se mostra tão parcimonioso nos postos de combustível. Nas diversas vezes em que foi abastecido, a média de consumo, em percurso 2/3 urbano e 1/3 em estradas, e com puro álcool no tanque, ficou sempre em torno de 5,9 km/l. Com gasolina, a média ficou perto dos 8 km/l. (por Luiz Humberto Monteiro Pereira)

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