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07/12/2007 - 18h55

Versão Cabriolet joga vento na cara de quem vai no A3

Da Auto Press
O Audi A3 experimenta novos ares. De fato, o vento na cara do motorista é um dos grandes atrativos da nova versão do hatch médio da montadora alemã. Trata-se do Audi A3 Cabriolet, o primeiro modelo conversível da linha A3. Para liberar a capota, bastam um apertar de botão e nove segundos de espera. O modelo foi apresentado no Salão de Bolonha, no início de dezembro, para brigar com o já prometido BMW Série 1 conversível, com motor 2.8, que também chega ao mercado em 2008.

O novo Audi A3, além do teto de lona retrátil, traz como novidade o motor 2.0 l TDI, um turbo-diesel com 140 cv de potência. O modelo tem ainda mais três propulsores: um a diesel 1.9, que gera 105 cv, e outros dois a gasolina: 1.8 de 160 cv e 2.0 TFSI de 200 cv.


Em relação ao modelo hatch importado para o Brasil atualmente, o A3 conversível traz algumas diferenças, além da presença da capota de lona escura, que pode ser retraída a até 30 km/h. A principal é o uso de aço de alta resistência na estrutura, para aumentar a rigidez torcional do carro e compensar um pouco a falta da capota.

Em relação aos demais modelos A3, o Cabriolet só muda no comprimento (tem 4,23 metros contra 4,28 metros do Sportback), mas mantém a mesma largura de 1,76 metro e a altura de 1,42 metro. O A3 possui espaço para quatro passageiros e um porta-malas de 260 litros. Mas os bancos traseiros podem ser rebatidos -- o que amplia o volume de carga para 674 litros.

Divulgação

O A3 Cabriolet com a capota erguida
No que diz respeito a equipamentos, o A3 sai bem fornido de fábrica. Rodas de liga leve de 17 polegadas, suspensão e assentos esportivos e conjunto ótico composto por canhões e leds. O sistema de rádio tem uma interface para se conectar a iPods e MP3 players. No lançamento, previsto para fevereiro (ainda em pleno inverno europeu, portanto), serão oferecidas apenas três cores: preto, azul e vermelho. O modelo pode receber câmbio manual ou automático dependendo da motorização. Nas versões turbo-diesel, o propulsor 1.9 só é oferecido com transmissão manual de cinco marchas. Nesta opção, o A3 alcança sua velocidade máxima em 185 km/h e faz de zero a 100 km em 12,5 segundos.

No topo de linha, o 2.0 TDi, pode-se optar tanto pela versão manual de seis marchas ou a automática S-Tronic, igual à usada no Audi TT vendido no Brasil. Com este motor, o carro melhora bastante sua performance: faz, segundo a Audi, de zero a 100 km/h em 9,9 segundos e tem velocidade máxima de 204 km/h, tanto com câmbio mecânico quanto com a transmissão automática.

Já as versões a gasolina são mais nervosas, e a potência fala bem mais alto. Com o câmbio manual de seis marchas, a opção de entrada, de 1.8 litro, pode receber tanto a transmissão automática S-Tronic quanto a manual, e faz de zero a 100 km/h em 8,3 segundos, com máxima de 218 km/h.

Força
Mas a versão mais potente mesmo é a que tem motorização 2.0 turbo a gasolina com injeção direta de combustível, igual ao propulsor utilizado no A4, no TT e no Volkswagen Passat vendidos no Brasil. Com câmbio manual de seis marchas ou com câmbio automático com modo seqüencial, ele faz de zero a 100 km em 7,3 segundos, e tem velocidade máxima de 231 km/h.

O Audi A3 Cabriolet será produzido na fábrica húngara da montadora dos quatro anéis, na cidade de Gyor. Lá já são feitos os modelos TT, na configuração cupê e roadster. Como será o conversível mais barato da marca, há boas perspectivas de ele ser comercializado no Brasil no segundo semestre de 2008. Ainda mais porque as outras duas versões do médio (hatch e sportback) já são vendidas por aqui. (por Bernardo Feital)

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