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Brasil importará veículos da Colômbia sem IPI extra, diz fonte do governo

Yannick Brossard/Divulgação
Colômbia se esforça para vender 400 mil carros ao ano. Marcas como Chevrolet (que aposta em compactos), Renault (da picape Alaskan) e Mazda suprem o mercado de utilitários, principalmente, deixando espaço para importados de Hyundai, Kia e Toyota Imagem: Yannick Brossard/Divulgação


Anthony Boadle

Em Brasília (DF)

07/04/2017 13h33

O Brasil aceitou que veículos e autopeças da Colômbia ingressem no país sem pagarem os 30 pontos adicionais ao IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), como parte de negociação bilateral para ampliar o acordo automotivo com Mercosul a países da região do Oceano Pacífico.

Uma fonte do governo brasileiro, que está na reunião comercial em Buenos Aires (Argentina), afirmou nesta sexta-feira (7) que os detalhes finais do acordo com a Colômbia estão sendo trabalhados. O acordo com a Colômbia entrará em vigor em 1º de janeiro de 2018, disse a fonte.

Atualmente, veículos e componentes de fora do Mercosul e México pagam os 30 pontos adicionais de IPI e mais 35% de imposto de importação no Brasil.

"Concordamos em dar à indústria automotiva colombiana o mesmo tratamento preferencial dado para a indústria argentina", afirmou a fonte. "Os veículos deles não pagarão os 30% de IPI."

O acordo ajudará as exportações brasileiras de veículos para Colômbia, que terão o tratamento recíproco no acordo que está sendo finalizado, acrescentou.

Uma parte do esboço do acordo Mercosul-Colômbia visto pela Reuters e que está sendo preparado para assinatura nesta sexta-feira afirma que o governo brasileiro vai dar à Colômbia o mesmo tratamento que dá a países com os quais mantém acordos automotivos, como Argentina e México. (com reportagem adicional de Alberto Alerigi Jr.)

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