Carros

Nissan lança 2º elétrico e expande tecnologia de emissão zero

Yoko Kubota
Maki Shiraki

Em Yokohama (Japão)

09/06/2014 13h07

A montadora Nissan lança seu segundo veículo totalmente elétrico neste mês e persiste com a tecnologia, apesar da aceitação de mercado menor do que o esperado desde que lançou o Leaf, seu primeiro carro elétrico, em dezembro de 2010 -- há pouco mais de três anos, portanto.

O novo veículo, a van e-NV200 (que, no começo deste ano, chegou a rodar em aliança com a FedEx no Rio de Janeiro), começará a ser vendido na Europa neste mês e no Japão em outubro.

O "e" do nome significa "Electric", já que já existe há alguns anos a NV200 convencional, movida com motor a combustão (o Leaf tem nome próprio por ter sido feito exclusivamente ao mercado de elétricos). A e-NV200 utiliza o mesmo conjunto propulsor do Leaf, um motor elétrico que utiliza a carga de baterias para gerar 107 cavalos (80 kW) e 28,5 kgfm de torque (instantâneo). O câmbio é automático e tem apenas duas marchas: uma à frente e ré.

A e-NV200 foi projetada para ter autonomia de 190 quilômetros com uma carga de bateria, com base nos padrões japoneses. Na França, o preço de tabela do veículo é 20.610 euros (US$ 28.100), caindo para 14.310 euros com subsídio do governo. No Japão, o veículo começa em cerca de 3,9 milhões de ienes (US$ 38.100 dólares) excluindo subsídios.

Divulgação
e-NV200 é o 2º carro 100% elétrico da Nissan, que quer lançar mais dois até 2017 Imagem: Divulgação
PLANOS PARA 2017
"Este é o segundo de quatro veículos emissão zero que a Nissan planeja lançar até março de 2017", disse o vice-presidente de planejamento da marca, Andy Palmer, recusando-se a revelar uma meta de vendas para a e-NV200. Embora as vendas do Leaf tenham crescido gradualmente -- no último ano fiscal as vendas do modelo subiram 70%, para 52 mil veículos -- o automóvel ainda precisa "deslanchar", da maneira que o presidente-executivo, Carlos Ghosn, previu.

Embora Ghosn tenha definido uma meta de vendas de 1,5 milhão de veículos elétricos até o final de março de 2017 para a Nissan e sua aliada francesa Renault, os consumidores têm sido dissuadidos em parte pela autonomia e a relativa escassez de estações de carregamento. Desde então, Ghosn adiou o prazo da meta em dois a três anos. Até o final de março, as duas companhias até agora venderam um décimo desta meta, totalizando 150 mil veículos unidades, com o Leaf respondendo pela maior parte disso.

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