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Fiat diz estar longe de acordo para comprar ações restantes da Chrysler

EFE
Sergio Marchionne, CEO da Fiat, ainda vê a fatia restante da Chrysler como sonho distante Imagem: EFE

Stefano Rebaudo
Isla Binnie

Em Turim (Itália)

13/09/2013 12h50

O CEO da Fiat, Sergio Marchionne, disse não acreditar que a fabricante italiana esteja perto de um acordo para comprar a fatia remanescente da americana Chrysler.

Marchionne já gerencia as duas marcas como uma única empresa, mas sabe que deter toda a participação na Chrysler faria do grupo um concorrente ainda mais forte contra General Motors e Toyota. Questionado se a Fiat estava mais próxima de um acordo com a empresa de saúde Veba, que detém a fatia minoritária na Chrysler que ele quer comprar, o executivo foi enfático: "Acho que não."

A Veba pode vender sua participação de 41,5% à Fiat, ou -- caso acredite que possa conseguir preço melhor -- pode vender parte disso em uma oferta pública inicial de ações. Segundo Marchionne, isso pode ocorrer no começo de 2014.

As ações da Fiat caíram 2,8% para 6,06 euros (US$ 8,06) após as declarações de Marchionne, feitas às margens de um evento em Turim. O objetivo da Veba é obter o maior pagamento possível por sua participação, segundo pessoas familiarizadas com a situação. Isso seria mais de US$ 5 bilhões, de acordo com os termos do acordo de falência de 2009 da Chrysler.

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