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Fiat diz que Américas e Ásia sustentarão metas de 2013

Associated Press
Sergio Marchionne, CEO do Grupo Fiat Chrysler, conta com o bom momento da Chrysler na América do Norte para recuperar a Fiat Imagem: Associated Press

Jennifer Clark<br>Laurence Frost

Em Turim (Itália)

09/04/2013 10h22

A Fiat não espera revisar suas metas para 2013, embora possa se tornar mais dependente do crescimento nas Américas e na Ásia, em meio aos fracos mercados europeus, afirmou seu CEO, Sergio Marchionne, nesta terça-feira (9).

"Eu não acho que vamos precisar mudar as nossas metas", disse o executivo em uma reunião de acionistas. "A distribuição geográfica pode mudar, considerando o desempenho da Europa", acrescentou.

Marchionne disse que os mercados da América do Norte, América Latina e Ásia estavam crescendo. O mercado de automóveis europeu, em contraste, deve permanecer fraco em 2013, após 5 anos de quedas nas vendas, enquanto governos passam por medidas de austeridade para conter suas dívidas.

O desemprego na zona do euro em fevereiro estava em uma alta recorde de 12%. As vendas de carros italianos caíram 19,8% em 2012, e estão prontas para cair mais em 2013. Marchionne disse que iria atualizar os investidores sobre as metas da Fiat para o ano cheio de 2013, quando a montadora divulgar os resultados do primeiro trimestre, em 29 de abril.

AMÉRICA DO NORTE EM ALTA
A Fiat prevê vendas de 88 bilhões a 92 bilhões de euros este ano, com mais da metade vindo da América do Norte, e espera vender de 4,3 bilhões a 4,5 bilhões de carros.

O analista do Credit Suisse, David Arnold, acredita que é provável que a montadora tenha de cortar suas metas, quando for forçada a recuar de sua previsão de queda no mercado europeu de apenas 2%.

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