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Fiat vê impacto do iene fraco na Europa, mas espera melhora em 2014

Denis Balibouse//Reuters
Marchionne, presidente de Fiat e Chrysler, acena ao apresentar La Ferrari, novo supercarro italiano Imagem: Denis Balibouse//Reuters

Jennifer Clark

Em Genebra (Suíça)

05/03/2013 14h01

O presidente-executivo da Fiat, Sergio Marchionne, disse nesta terça-feira (5) que o iene mais fraco teria impacto nas vendas de carros na Europa, onde os fabricantes para o mercado de massa estão lutando contra perdas.

"O iene mais fraco terá impacto", concluiu, de forma bem objetiva, o executivo em coletiva de imprensa durante a abertura do Salão de Genebra.

Marchionne, no entanto, não foi tão sombrio sobre as perspectivas para a Europa, como outros concorrentes.

"Eu acredito que veremos uma recuperação começando em 2014", disse. Ele acredita que os líderes da União Europeia e os governos locais serão forçados a tomar medidas urgentes para lidar com a recessão no sul do continente.

Perguntado sobre reportagens que afirmavam que a Fiat planejava mudar a produção do 500 do México para a Polônia, Marchionne disse que, atualmente, ainda é muito cedo para responder.

"Eu confirmo a importância da nossa planta em Toluca como um centro de produção", limtou-se a dizer, ao se referir à fábrica do México.

Com Redação de UOL Carros

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