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Presidente da Fiat quer fazer oferta por fatia da Chrysler rapidamente

Jennifer Clark

Em Milão (Itália)

30/01/2013 16h01

O presidente-executivo da Fiat, Sergio Marchionne, disse que a fabricante italiana não pretende fazer uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de parte da norte-americana Chrysler, mas não descarta a ação, caso não encontre solução para comprar a participação de uma das entidades sócias da empresa.

"Depende deles", afirmou Marchionne, referindo-se à entidade de saúde pública para aposentados do sindicato americano UAW (United Auto Workers), chamada Veba, acionista minoritária da Chrysler.

A Veba exigiu que a Chrysler registrasse 16,6% das ações da companhia com o órgão regulador dos mercados de capitais norte-americanos (Securities and Exchange Commission), mais cedo neste mês.

O sindicato deseja ainda que a Chrysler realize a oferta de ações, disse o vice-presidente e diretor, General Holiefield, à Reuters em entrevista recente. "Eu adoraria ver a Chrysler abrindo capital novamente", disse Holiefield. "Acredito que a companhia caminha para se tornar uma das companhias mais sólidas do mundo".

A entidade tem o direito de fazer a exigência em razão de um acordo em 2009 que, por meio de compra, afastou a Chrysler da falência e transformou a Fiat em controladora parcial.

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