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Chefão da Fiat-Chrysler não descarta união com GM e PSA

Moacyr Lopes Jr./Folha Imagem - 2.3.2010
Sergio Marchionne, chefão da aliança Fiat-Chrysler Imagem: Moacyr Lopes Jr./Folha Imagem - 2.3.2010

Em Genebra (Suíça)

06/03/2012 08h43

O presidente-executivo da Fiat e da Chrysler, Sergio Marchionne, disse que a montadora está aberta a todas as chances de aliança, inclusive, teoricamente, com Peugeot e General Motors, que anunciaram um acordo na semana passada.

"Estamos abertos a tudo", declarou o executivo no Salão de Genebra, acrescentando que não foi "deixado de lado" com o anúncio do acordo -- a Fiat-Chrysler era candidata a uma aliança com a PSA Peugeot Citroën.

Questionado como a aliança entre Peugeot e GM muda a perspectiva para a Fiat, Marchionne respondeu: "Cria um nível de complicação que não existia antes". O executivo não acredita que a aliança entre o grupo norte-americano e a fabricante francesa terá algum tipo de impacto para uma solução pan-europeia para o excesso de capacidade do setor automotivo, que ele diz ser necessária.

Marchionne, que acredita num futuro com seis grandes grupos automotivos, disse não ter pressa para completar a fusão com a Chrysler, em que a Fiat tem uma participação de 58,5% (o restante pertence ao megassindicato United Auto Workers).

Com Redação, em São Paulo

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