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"Teremos mais SUVs e crossovers", garante chefão da GM no Brasil

Divulgação
Marca aposta que SUVs vão liderar vendas entre todas as categorias Imagem: Divulgação

Vitor Matsubara

Do UOL, em São Paulo (SP)

29/05/2018 04h00

Utilitários vão dominar lista de lançamentos da Chevrolet até 2022

O presidente da General Motors Mercosul, Carlos Zarlenga, afirmou que SUVs e crossovers vão responder pela maioria dos 30 lançamentos anunciados pela Chevrolet até 2022.

"Posso dizer que o primeiro lançamento vai chegar nos próximos meses deste ano e que teremos mais SUVs e mais crossovers", afirmou Zrlenga a UOL Carros.

Segundo o chefão da GM, SUVs deverão passar as vendas dos carros de passeio num período que vai de "cinco a dez anos".

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O que deve vir

Com a afirmação do executivo, os planos revelados por UOL Carros há dez dias são confirmados. Nossa aposta, portanto, inclui pelo menos três SUVs inéditos, além de remodelações/gerações que deverão ser lançados pela Chevrolet nos próximos anos:

+ Um SUV abaixo do Tracker (feito junto com o novo Cobalt em São Caetano do Sul);
+ Nova geração (ou substituto) do Tracker (produção no Brasil);
SUV compacto-médio entre Tracker e Equinox (produção na Argentina);
+ Nova geração da Trailblazer, feita a partir de carroceria chassi-cabine;
​+ Facelift do Equinox, provavelmente entre 2020 e 21.

Futuro elétrico

Além de SUVs, o presidente local da GM também afirmou que o hatch elétrico Chevrolet Bolt (cujo lançamento está confirmado para o Brasil em 2019) representa a visão de futuro da montadora e revelou que confia na produção de veículos elétricos em nosso país.

"Dirigi um Bolt por um tempo e gostei muito do carro. Falamos várias vezes que acreditamos em um futuro elétrico com zero emissões, zero acidente e zero congestionamentos. Estamos aqui há mais de 90 anos [a fabricante tem 92 anos no Brasil] e não tenho dúvida de que iniciaremos a produção de carros elétricos em algum momento. A gente não acredita no veículo híbrido, apostamos mais nos carros elétricos", afirmou.

Segundo Zarlenga, esse movimento global ligado aos elétricos devem ganhar eco até mesmo no Brasil, ainda que tudo pareça estar muito distante no atual momento. "Não me surpreenderia se a indústria anunciar medidas voltadas à produção de veículos movidos a eletricidade até o fim da década”, concluiu.

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