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Mão na roda

Ranking exclusivo mostra os 20 carros automáticos mais vendidos do Brasil

Do UOL, em São Paulo (SP)

29/03/2018 12h00

Levantamento da Jato Dynamics elenca os líderes nos dois primeiros meses de 2018, janeiro e fevereiro

Recurso cada vez mais valorizado pelo motorista brasileiro, sobretudo nas grandes cidades com seu trânsito está cada vez mais carregado, faz tempo que o câmbio automático deixou de ser item de carro de luxo, ainda bem! Cada vez mais modelos compactos oferecem versões automáticas e as marcas já brigam para oferecer "o carro automático mais barato", como fazem Chevrolet com seu Onix e Toyota com o Etios. Mas quais são os carros mais vendidos desse nicho?

UOL Carros mostra ranking exclusivo elaborado com dados de janeiro e fevereiro deste ano pela consultoria Jato Dynamics. Liderança nesse período é do sedã médio Toyota Corolla, com 8.354 unidades vendidas no bimestre.

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Todos os portes

Esse levantamento é interessante por mostrar que apesar da liderança de um carro médio com preço inicial de mais de R$ 90 mil (a versão PCD de R$ 70 mil do Corolla não está mais disponível) e da vice-liderança do Jeep Compass, com preço médio acima dos R$ 100 mil, há diversas opções de carros compactos, mais interessantes ao bolso.

É o caso de Etios (parte de R$ 53.440 na versão 1.3 X Automático), terceiro colocado com 6.650 unidades; do Hyundai HB20 (R$ 58.200 para o 1.6 Automático), com 6.593 unidades; e do Chevrolet Onix (R$ 53.990), 6.523 unidades, sendo que os dois últimos modelos citados têm ótimas caixas com seis velocidades, com leve vantagem para o carro da GM.  

Sonho de consumo

Além de prometem facilitar a vida do condutor, câmbios que livram o motorista do pedal da embreagem também são fundamentais para abrir o leque de opções a quem procura modelos compatíveis com os programas de isenção para PCD (Pessoa com Deficiência).

Em qualquer caso, ele troca as marchas por você e evita o cansaço de ficar o tempo todo acionando a embreagem com a perna esquerda e a manopla com a mão direita. Entre as principais aplicações de câmbios tidos como automáticos, há o automático tradicional, que usa conversor de torque e está cada vez mais versátil e veloz (com modelos comerciais oferecendo dez marchas, como o novo Ford Mustang, e em testes, aplicações que já chegam a 11 ou 12 marchas).

Há o CVT, que usa polias e correias para manter uma relação variável, que permite variação infinita de marchas, de acordo com a pedida do motor, mas que atualmente tem se valido da eletrônica para ter "degraus" ou marchas virtuais, melhorar o consumo e agradar o consumidor que preza alguma performance -- a Toyota, aliás, está prestes a incorporar um sistema de embreagem primária automática para melhorar a saída do CVT, geralmente lenta, sistema a ser visto no novo Corolla

E há o sistema automatizado, que usa embreagem automática (robótica) e pode ter sistema simples (mono-embreagem ou automatizado comum, geralmente lento e suscetível a trancos, mas mais barato e usado em modelos compactos, caso do Volkswagen I-Motion e do Fiat GSR) ou de dupla embreagem (Ford Powershift, Volkswagen DSG, Audi S-Tronic, etc), mais tecnológico, veloz e caro, que é adotado sobretudo por fabricantes alemãs.

No entanto, é comum ter dúvidas quanto ao seu funcionamento e manutenção. Muita gente se questiona, por exemplo, se colocar a alavanca na posição N com o carro parado no semáforo ajuda a poupar combustível. Outros têm dúvida sobre se segurar o veículo no acelerador em ladeiras pode causar desgaste. Esse guia já publicado por UOL Carros pode ser útil para sanar 10 desses questionamentos corriqueiros.

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