Carros

Nissan confirma compra de 34% da Mitsubishi e amplia aliança global

Shizuo Kambayashi/AP
Carlos Ghosn, chefão da Renault-Nissan, agora também é homem-forte da Mitsubishi Imagem: Shizuo Kambayashi/AP

Do UOL, em São Paulo (SP)

20/10/2016 14h13

A Nissan concluiu nesta quinta-feira (20) a compra de 34% da Mitsubishi Motors (MMC), tornando-se assim sua maior acionista. Com isso, a Mitsubishi fará parte da aliança global Renault-Nissan, que se tornará um dos principais grupos automotivos do mundo em volumes, com vendas estimadas de 10 milhões de unidades no próximo ano fiscal (que começa em março do ano que vem e vai até março de 2018).

Carlos Ghosn, brasileiro naturalizado francês e libanês e atual presidente e CEO da Renault-Nissan, anunciou que as duas marcas japonesas devem compartilhar peças, fábricas e plataformas, em uma expansão combinada para mercados desenvolvidos e emergentes.

"A combinação da Nissan, Mitsubishi e Renault criará uma nova força no processo global de fabricação de carros", afirmou Ghosn em comunicado. "Vai ser um dos três maiores grupos automotivos do mundo, com economia em escala, tecnologias inovadoras e capacidade de fabricação para atender a demanda em todos os segmentos de mercado do mundo", completou.

Como aconteceu

A Nissan de dispôs a ajudar a pedido de Osamu Masuko, presidente e CEO da Mitsubishi, por conta da crise sobre dados de consumo de combustível dos modelos da empresa. As duas empresas já haviam acertado um acordo e trabalharam durante cinco anos na produção de keicars (veículos urbanos extremamente compactos) para os principais centros japoneses.

"Estamos comprometidos a ajudar a Mitsubishi a reconstruir a confiança do cliente. Esta é uma prioridade, já que buscamos crescimento a partir da ampliação dessa relação", reiterou Ghosn. Como parte desta estratégia, a Nissan também nomeou quatro representantes para o conselho da Mitsubishi, incluindo o próprio Carlos Ghosn como presidente eleito.

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