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Mercedes lança SLC e SL 2017 no Brasil em julho; veja os preços

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Com cara e base de Classe C, SLC chega em duas versões para substituir SLK Imagem: André Deliberato/UOL

André Deliberato

Do UOL, em Belo Horizonte (MG)

A Mercedes-Benz aproveitou a inauguração de uma concessionária em um bairro nobre de Belo Horizonte para reunir convidados e jornalistas especializados e apresentar a linha 2017 de seus dois roadsters icônicos, SLC (antigo SLK) e SL.

Reestilizados, ambos agora têm o visual padronizado em acordo com os outros modelos da marca, que são baseados no design do Classe S. Confira os preços:

+ SLC 300: R$ 292.900
+ SLC 43 AMG: R$ 399.900

+ SL 400: R$ 605.900
+ SL 63 AMG: R$ 887.900

Importante dizer que as versões AMG serão oferecidas apenas sob encomenda. A configuração ainda mais poderosa do SL, a 65 AMG (que usa um monstruoso motor V12 biturbo), também será vendida por meio de pedidos, mas ainda não tem preço definido -- certamente passará da casa dos sete dígitos. As primeiras unidades dos carros, segundo executivos da marca, chegam às lojas no início de julho.

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Feito sobre a base do Classe S, SL é requintado e tecnológico, mas custa caro Imagem: André Deliberato/UOL

Motor e câmbio

A versão de entrada do SLC traz motor de quatro cilindros, 2.0 turbo, com 245 cv e 37,7 kgfm (entre 1.300 e 4.000 rpm). Nessa configuração, o carro pode acelerar de 0 a 100 km/h em 5,8 segundos.

O SLC 43 AMG usa um V6 biturbo de 367 cv e 53 kgfm de torque (a 2.000 a 4.200 rpm), que pode levá-lo de 0 a 100 km/h em 4,7 s. Ambos são movidos por um câmbio automático de nove marchas, chamado de 9G-Tronic pela fabricante.

Bem mais caro e sofisticado, o SL de entrada utiliza o mesmo conjunto mecânico do SLC 43 AMG, mas a aceleração 0-100 é mais lenta: 4,9 segundos.

Já o SL 63 AMG tem motor V8 biturbo, o mesmo do esportivo GT, mas recalibrado para render 75 cv a mais (510 cv no cupê). No total, são 585 cavalos e colossais 91,7 kgfm (entre 2.250 e 3.750 rpm). Com câmbio automatizado de sete marchas e dupla embreagem (7G-Tronic), faz de 0 a 100 km/h em 4,1 s.

A capota dos dois carros (rígida) pode ser aberta ou fechada em 20 segundos, a até 40 km/h. Clique aqui para ver o que cada um oferece em termos de equipamento.

Por que SLC?

A mudança de nome do roadster compacto segue a mesma ideia do SUV GLC (antes GLK). Trata-se de uma nova nomenclatura da marca, em que a última letra da sigla faz referência à plataforma utilizada pelo modelo (que no caso do SLC e GLC, é a do Classe C). O antigo nome (SLK) era um acrônimo em alemão do termo "Sportlich Leicht Kurz", ou "Esportivo leve curto".

Desse modo, o SL deveria se chamar SLS, já que é feito sobre a base do Classe S, certo? Bem, a Mercedes do Brasil confirma que esta é a forma certa de se pensar, mas lembra que o nome SLS já existe (foi o primeiro carro desenvolvido totalmente pela AMG, embora não seja mais vendido) e que o termo "SL" é icônico e imutável para a marca -- justamente por conta disso, havia durante a apresentação dos carros uma unidade impecável de um belo 300 SL Roadster, de 1957.

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Exemplar de um 300 SL Roadster 1957 que, de tão impecável, tem preço inestimável Imagem: André Deliberato/UOL

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