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Corolla muda e ganha controle de estabilidade no Brasil em 2017

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Reestilização deixará faróis e grade mais finos, e integrará tomada de ar inferior e faróis de neblina em um só nicho, cheio de frisos, na base do para-choque Imagem: Divulgação

Leonardo Felix

Do UOL, em São Paulo (SP)

24/03/2016 16h04

A divisão europeia da Toyota divulgou nesta quinta-feira (24) as primeiras imagens do facelift de meia-vida para a 11ª geração do Corolla.

Com dianteira mais agressiva -- faróis afilados e grade em leve formato de V --, inspirada na nova geração do Prius e no inédito C-HR, o sedã médio chega ao mercado do Velho Continente no segundo semestre deste ano.

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Como já virou praxe em facelifts, traseira não sofreu alterações Imagem: Divulgação
No Brasil, que segue o padrão visual da Europa, as mudanças não serão lançadas antes do segundo trimestre de 2017. É provável uma apresentação prévia no Salão de São Paulo deste ano, em novembro.

Nem mesmo a chegada da 10ª geração do Honda Civic, programada para ocorrer entre agosto e outubro deste ano, deve acelerar os planos.

Segundo apurado por UOL Carros, a Toyota brasileira acredita que o atual Corolla terá fôlego para encarar o novo concorrente por alguns meses, especialmente porque a troca de geração ocorreu há apenas dois anos e o três-volumes detém hoje, sozinho, 45% da fatia do segmento.

Em 2016, a proporção de vendas tem sido de três Corolla para um Civic.

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O sucesso da 11ª geração no Brasil tem deixado a fabricante japonesa cautelosa quanto a qualquer modificação. Portanto, tirando a reestilização externa e de acabamento interior, não espere nenhuma revolução.

Isso implica que a atual motorização -- 1.8 de 144 cv e 2.0 de 154 cv (etanol), ambos flexíveis -- tende a ser mantida, assim como as opções de transmissão manual ou CVT (continuamente variável).

O maior ganho do Corolla com a chegada do facelift será na parte de segurança. Para se antecipar à nova legislação e enfim se alinhar à concorrência, o Corolla finalmente passará a contar com controle eletrônico de estabilidade.

A ausência do equipamento, mesmo na versão mais cara, a Altis, que extrapola R$ 100 mil (sai por R$ 102.990), é talvez a ausência mais criticada na linha atual.

Para o mercado europeu, o Corolla vai ainda ganhar rodas de liga leve com aro de 17 polegadas e componentes de segurança como frenagem emergencial, assistente de manutenção de faixa e acendimento automático de luz alta. Não há confirmação sobre se esses itens também equiparão o futuro Corolla brasileiro remodelado.

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