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Citroën acata Justiça, mas diz que pode não ter culpa sobre airbag

Divulgação
Citroën Xsara foi vendido no Brasil durante o final dos anos 1990 e começo de 2000 Imagem: Divulgação

Do UOL, em São Paulo (SP)

15/06/2015 19h05

A Citroën do Brasil se manifestou nesta segunda-feira (15) sobre o caso do cliente do Xsara que acionou a Justiça contra a montadora por conta de airbags que não funcionaram em um sinistro.

De acordo com a empresa, a não execução de um laudo técnico no veículo (que foi leiloado pela seguradora) permite que se criem diversas possibilidades sobre o que poderia ter causado a falha -- como, por exemplo, manutenção incorreta ou até mesmo ajustes feitos no modelo fora de concessionárias autorizadas.

Apesar de dizer que só poderia assumir ou se eximir da culpa após verificar o Xsara, a Citroën afirma que irá respeitar a decisão da Justiça.

Confira na íntegra a nota oficial da empresa sobre decisão do STJ:

"Referente ao ocorrido com o modelo Citroën Xsara em Rio do Sul (SC), a Citroën do Brasil informa que não teve acesso ao veículo em questão para a realização de perícia técnica. Desta forma, fica impossibilitada de emitir um relatório conclusivo sobre o fato. A marca ressalta que o Citroën Xsara, produzido entre 1997 e 2003 -- e com mais de 2 milhões de unidades vendidas em todo o mundo --, sempre foi referência mundial de segurança em seu segmento, não sendo constatadas irregularidades no funcionamento de seu sistema de airbag."

 

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