Carros

Volkswagen investirá R$ 520 milhões para fazer novo Golf no Paraná

Do UOL, em São Paulo (SP)

A Volkswagen confirmou hoje (3) em Brasília (DF) que fabricará o novo Golf em sua unidade de São José dos Pinhais (PR). O anúncio, já esperado e amplamente antecipado por UOL Carros, foi feito pelo presidente da marca no Brasil, Thomas Schmall, à presidente Dilma Rousseff.

Para a fabricação do hatch médio no Paraná a Volks fará um um novo investimento em sua fábrica, no valor de R$ 520 milhões. "Essa decisão demonstra nossa confiança no Brasil. Estamos trazendo para o país o mais avançado conceito de produção do Grupo Volkswagen com a nova estratégia modular MQB", afirma Michael Macht, chefão de produção da marca na América do Sul. Ele se refere à plataforma multicarros da empresa, que serve -- entre outros -- ao Golf 7 e ao Audi A3.

O novo Golf já está à venda no país, ainda importado da Alemanha, por R$ 67.990 (preço inicial). Não há informação sobre alteração de valor com a nacionalização.

  • Eraldo Peres/AP

    Dilma recebe mais uma miniatura, dessa vez do presidente da Volkswagen, Thomas Schmall

"Com esse novo investimento, somando-se ao programa de R$ 8,7 bilhões já planejados, a Volkswagen do Brasil investirá no país um total de R$ 9,2 bilhões, de 2012 a 2016", disse Schmall.

A Audi também comunicou, em setembro, que investirá outros R$ 450 milhões na unidade de São José dos Pinhais para fabricar A3 Sedan e Q3, que usam a mesma plataforma MQB, a partir de 2016.

Na última terça-feira (1) foi a  vez da Mercedes anunciar planos de fabricação local. A montadora investirá R$ 510 milhões para construir uma fábrica em Iracemápolis (SP), onde fará o Classe C, campeão de vendas da marca no Brasil, e o SUV compacto GLA. E a BMW já trabalha para erguer uma unidade em Santa Catarina.

A enxurrada de novas fábricas é reflexo do Inovar-Auto, regime automotivo implementado em 2012. Com uma unidade local, as marcas aumentarão gradualmente o índice de nacionalização dos carros, o que gera os benefícios fiscais. Além disso, as empresas ganham o direito de aumentar suas cotas de importação.

Para o consumidor, no entanto, não deve haver alterações significativas no mais importante: o preço final dos carros. O próprio chefão da Mercedes no Brasil, Philipp Schiemer, disse que a amortização do investimento deve ajudar, no máximo, a manter preços "estáveis".

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