Carros

Perua do Civic europeu tem porta-malas e equipamentos para encarar Golf

Eugênio Augusto Brito
Murilo Góes

Do UOL, em Frankfurt (Alemanha)

17/09/2013 18h03

Em 2011, UOL Carros mostrou ao leitor como era a nona geração do Honda Civic europeu, então debutante (relembre aqui). A questão, à época, era uma só: o hatch europeu era tão esportivo quanto o sedã nacional jamais seria, mesmo quando a nova geração fosse lançada -- algo que ocorreu em 2012.

O novo Civic nacional chegou e, em um ano, teve até uma pequena atualização de motores, com versões maiores e mais potentes. Com isso, mais equipamentos inexistentes na geração anterior e porta-malas mais profundo, agradou o brasileiro, apesar do estilo mais careta e preço maior (nos Estados Unidos, tamanha caretice e a falta de acabamento atraente gerou problemas).

Agora, dois anos depois daquela história, voltamos a Frankfurt para, novamente, nos vermos chocados na visita ao estande da marca japonesa. A novidade da vez é o Honda Civic Tourer 2014, versão perua do modelo médio, que também antecipa atualizações que o próprio Civic hatch terá em 2014.

O grande atrativo da perua é ser enorme porta-malas: veja como o último volume se destaca do restante da categoria, parecendo o abdômen inchado de uma abelha-rainha. São 624 litros de capacidade, "o maior da categoria", de acordo com os executivos da marca. Mas apesar dessa lado mais familiar, o modelo mantém a esportividade latente do hatch, pois o segmento de peruas tem forte apelo para os jovens na Europa.

Nada disso, porém, chamou tanto nossa atenção quanto algo "escondido" sob o capô. O nível de equipamentos da perua -- e, no próximo ano, de toda configuração do Civic europeu -- digno de colocar o modelo da Honda no páreo com o Volkswagen Golf: sensores e radares comandam o piloto automático adaptativo (ACC), que mantém velocidade e distância programados; além disso, detectam frenagens inesperadas de modelos à frente e alertam o motorista e depois, caso este não reaja (ou não o faça a contento), prepara e até freia o carro sozinho, desde que a velocidades de até 30 km/h; por fim, podem detectar carros cruzando pela traseira durante manobras, ou no ponto cego quando em movimento; há até sistema de leitura de placas de trânsito e faróis adaptativos.

É uma lista digna de modelos premium. Ou de seu principal concorrente. A briga será boa. Mas nem sonhamos com isso no Civic nacional. Ou melhor, sonhamos, mas logo acordamos para a dura realidade. Mais uma vez.

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