Motos

Estas 7 supermotos vão dar vontade de acelerar em 2017; difícil será pagar

Arthur Caldeira

Da Infomoto

06/01/2017 12h48

Infomoto aponta modelos mundiais que chegam ao Brasil este ano

2016 não foi o melhor dos anos para o setor de duas rodas. Há esperanças de 2017 seja melhor, tanto em vendas quanto em relação aos lançamentos. Pelo menos a lista de produtos globais que devem aportar por aqui de janeiro até dezembro já nos deixou otimistas.

Vem muita coisa boa por aí, nos segmentos de capacidade cúbica superior: desde clássicas até superesportivas, passando por aventureiras mais acessíveis. Escolhemos sete modelos que você certamente vai querer acelerar.

O grande problema é: será que os preços vão permitir? Confira a seleção, ordenada pela estimativa cronológica de lançamento:

Harley-Davidson CVO Street Glide 2017

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Bagger customizada de fábrica já está até nas lojas, embora a a quase proibitivos R$ 140.990. Sua principal novidade é o motor Milwaukee-Eight V2, que tem melhor desempenho e menos vibração. Mas o que vale a pena mesmo é a versão envenenada com kit Screamin’ Eagle e capacidade cúbica expandida para 1.870 cc. Pintura preta especial, um completo sistema de entretenimento com tela sensível ao toque e som de 600 Watts completam o pacote.

Yamaha Tracer 700

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Baseada na naked MT-07, mas seguindo receita da MT-09 Tracer, agrega mais versatilidade ao empolgante motor bicilíndrico de 700 cc e e 75 cv. Para isso, a Yamaha adotou tanque maior (17 litros), banco mais confortável, carenagem dianteira e uma balança mais longa para garantir conforto e autonomia em longas viagens. Como a MT-07 tem feito sucesso por aqui, a fábrica japonesa também deverá trazer a Tracer 700, lançada em abril do ano passado na Europa. O modelo deve chegar como uma boa opção de aventureira esportiva na faixa entre R$ 30 mil e R$ 40 mil.

Kawasaki Z900

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Sucessora da adorada Z800, deve aportar ainda no primeiro semestre (ainda sem preço definido), trazendo o motor 4-cilindros de 950 cc da Z1000. Na naked, porém, ele vai oferecer 126 cv, 12 cv a mais do que na finada Z800. a grande novidade mesmo é o chassi em treliça, que substitui o antigo (e pesado) quadro de dupla trave feito em aço. suspensões também foram aprimoradas, com garfo telescópico invertido de 4,1 cm na dianteira e monoamortecedor traseiro, ambos reguláveis. Nos, Estados Unidos, tem custo bem próximo ao da aposentada Z800 (US$ 8.790 com freios ABS).

Triumph Bonneville Bobber

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Cheia de estilo e com visual de moto customizada, já teve seu lançamento confirmado para maio (preço ainda não anunciado). Como o nome já diz, o modelo inglês segue fiel às antigas bobbers da década de 50: paralamas cortados, traseira minimalista e banco único. O motor, bicilíndrico de 1.200 cc e refrigeração líquida, oferece torque de sobra e arrancadas vigorosas. Diferentemente das outras Bonneville, a Bobber tem traseira monoamortecida. Apesar do visual antigo, a tecnologia embarcada conta com modos de pilotagem, controle de tração e freios ABS de série.

BMW S 1000 R

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Versão naked da superesportiva S 1000 RR, a S 1000 R passou por facelift para ficar com aletas laterais menores, perder peso (2 kg mais leve) e ganhar potência (160 para 165 cv). É uma receita infalível de desempenho e diversão. Outra novidade, que visa a ampliar o conforto, é o sistema de fixação do guidão, que, de acordo com a BMW, reduziu as vibrações. Como se trata de uma das streetfighters -- nakeds derivadas de esportivas -- mais divertidas do mercado, aguardamos ansiosamente pela sua chegada.

Ducati Multistrada 950

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Apresentada no Salão de Milão de 2016 como proposta de ser mais acessível e fácil de pilotar do que a irmã maior de 1.200 cc, já está confirmada para o Brasil no segundo semestre e deverá custar entre R$ 55 mil e R$ 60 mil. Equipada com motor L2 de 937 cm³, produz bons 113 cv e vem equipada com controle de tração, modos de pilotagem e freios ABS, para tornar a condução mais “controlável”. Outros atrativos são o assento baixo e a roda dianteira de 19 polegadas.

Honda CBR 1000RR

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Apesar de a Honda afirmar que 90% dos componentes são novos, muitos torceram o nariz para a nova Fireblade, afirmando que na prática o resultado ficou muito parecido à geração anterior. Temos que concordar que o quadro se assemelha bastante, porém a redução de peso em 15 kg (para 195 kg em ordem de marcha) e o aumento de potência em 10 cv (para 191 cv) ajudaram a superesportiva a correr contra a defasagem e se atualizar perante a concorrência. Há ainda, claro, um bom pacote eletrônico para ajudar a domá-la: modos de pilotagem, controle de tração, freios ABS e sensor de medição inercial. Deve ser mostrada pela primeira vez aqui apenas no Salão Duas Rodas, em novembro.

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