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Conheça 13 motos entre R$ 25 e 30 mil e faça a sua escolha

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Imagem: Infomoto

Da Infomoto

Seja sair da casa dos pais, conseguir um emprego melhor, fazer curso de especialização ou comprar uma moto maior, a verdade é que precisamos evoluir. Para você que está nesta fase de trocar sua motocicleta, a boa notícia é que o mercado brasileiro oferece diversas opções e estilos distintos.

A má, entretanto, é a dúvida de qual comprar.

Para ajudá-lo, Infomoto elaborou um guia de motocicletas na faixa de R$ 25 a 30 mil, levando em consideração o preço sugerido pelas fabricantes. Além disso, fatores como perfil, custos de seguro e de peças de reposição também foram analisados. Confira e boa compra.

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Honda CB 500X (R$ 25 mil com freios ABS) Imagem: Infomoto
Integrante mais cara da linha de 500 cc da Honda, a CB 500X tem a proposta de ser moto para viagens longas. Para isso, traz atributos que a diferenciam das versões naked e esportiva, como tanque com maior capacidade (17,3 litros, contra 15,7 litros das outras) e suspensão dianteira com curso mais longo. O conforto é garantido pelo banco com espuma generosa e a posição de pilotagem mais ereta. Visualmente, herda as linhas de outros modelos crossover da Honda, como a NC 700X e a Crosstourer, ou seja, tem visual aventureiro, mas com vocação para asfalto, por conta das rodas de 17 polegadas com pneus onroad. O motor de dois cilindros paralelos vibra pouco e oferece potência modesta (50,4 cv), mas com bastante torque em baixos giros. Outro ponto forte é o baixo consumo de combustível (em torno dos 25 km/l). A versão sem ABS custa R$ 23.500.

Quanto custa manter uma?
Seguro (média): R$ 3.536
Pastilha de freio dianteira: R$ 321
Pastilha de freio traseira: R$ 122
Manete esquerdo: R$ 50,92
Pisca esquerdo: R$ 135,97
Retrovisor esquerdo: R$ 184,37
Conjunto óptico completo: R$ 460,63
Troca de óleo e filtro, incluindo mão de obra: R$ 145

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Suzuki Gladius 650 (R$ 27.240) Imagem: Infomoto
A Gladius chegou recentemente ao mercado e encontrou um cenário favorável, já que a categoria naked sempre foi bem aceita pelo público brasileiro. Ela tem estilo e seu propulsor V2 é o principal diferencial -- capaz de gerar 72 cv e 6,52 kgfm de torque, seu desempenho não assusta pilotos menos experientes e ainda oferece esportividade quando exigido. A moto tem boa desenvoltura no trânsito e vai bem em viagens, embora seu banco tenha camada de espuma fina. O consumo de combustível é bom, considerando ser uma motocicleta de média cilindrada: 21,2 km/l na cidade e 17,3 km/l na estrada. Seu tanque de combustível de 14,5 litros tem autonomia de 275,5 km/l. Apesar disso, a Gladius é simplista nos detalhes e não traz muitos equipamentos eletrônicos. Seu painel de instrumentos é espartano e não tem marcador de combustível.

Quanto custa manter uma?
Seguro (média): R$ 4.269
Pastilha de freio dianteira: R$ 480
Pastilha de freio traseira: R$ 480
Manete esquerdo: R$ 160
Pisca esquerdo: R$ 436
Retrovisor esquerdo: R$ 610
Conjunto óptico completo: R$ 1.857
Troca de óleo e filtro, incluindo mão de obra: R$ 198

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Honda NC 700X (R$ 27.490 standard e R$ 29.990 com ABS) Imagem: Infomoto
Uma palavra ajuda a definir a NC 700 X: racionalidade. O modelo usa motor de dois cilindros, com 669,6 cm3, que gira muito pouco. A potência de 52,5 cv e o torque de 6,4 kgfm são números que a levam à velocidade máxima de 170 km/h. Um corte de giros nas 6.500 rpm, porém, exige atenção do piloto em ultrapassagens e retomadas, sobretudo ao reduzir marchas. Mas o pode facilmente superar 30 km/l. Ela ainda oferece um prático porta-capacetes no lugar do falso tanque -- o tanque de combustível, aliás, fica sob o banco, enquanto seu bocal fica alojado sob o banco da garupa (incômodo se você amarrar a bagagem em viagens, pois é preciso retirá-lo para abastecer). O piloto vai em uma posição ereta, protegido pelo pequeno, mas eficiente, para-brisa. A NC 700 X é claramente uma moto destinada a motociclistas que dispensam comportamento esportivo, mas buscam um modelo bom para viagens nos finais de semana e seja capaz de encarar congestionamentos diários. 

Quanto custa manter uma?
Seguro (média): R$ 3.987
Pastilha de freio dianteira: R$ 301,44
Pastilha de freio traseira: R$ 480
Manete esquerdo: R$ 166,37
Pisca esquerdo: R$ 62,55
Retrovisor esquerdo: R$ 142,88
Conjunto óptico completo: R$ 1.161,20
Troca de óleo e filtro, incluindo mão de obra: R$ 156,56

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Yamaha XT 660R (R$ 28.260) Imagem: Infomoto
A XT 660R é uma bigtrail à moda antiga. O guidão largo oferece posição de pilotagem de ataque, com os braços abertos e o tronco projetado à frente. Excelente para enfrentar terrenos acidentados e trilhas fora-de-estrada, mas cansa em longas viagens no asfalto. O banco estreito e fino e a ausência de carenagem também não ajudam. Empurrada por um motor monocilíndrico com refrigeração líquida, de 48 cv, a 660R é bastante versátil e roda bem em trechos urbanos. Equipada com freio a disco nas duas rodas, ela não oferece freios ABS (nem como opcional) e traz poucos equipamentos -- de "luxo", apenas um painel digital de fácil leitura, mas que não tem sequer marcador de combustível. Um dos calcanhares de aquiles da 660R é sua baixa autonomia: o tanque comporta 15 litros, porém o comportamento agressivo do motor "obriga" o piloto a acelerar e manter giros altos, mantendo o consumo entre 18 e 21 km/l.

Quanto custa manter uma?
Seguro (média): R$ 3.245
Pastilha de freio dianteira: R$ 463,70
Pastilha de freio traseira: R$ 382,60
Manete esquerdo: R$ 80,80
Pisca esquerdo: R$ 226,20
Retrovisor esquerdo: R$ 70
Conjunto óptico completo: R$ 1.032
Troca de óleo e filtro, incluindo mão de obra: R$ 201

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Kawasaki Ninja 650 (R$ 28.390) Imagem: Infomoto
A Ninja 650 é uma sport-touring. Prova disso é sua última reformulação, em 2012, que tirou o "R", de "Racing", do seu nome e teve alterações importantes que enfatizaram sua vocação para viagens. O motor de dois cilindros teve sua taxa de compressão revista e ganhou novos dutos de admissão para melhorar o desempenho em baixos e médios regimes. A potência de 72,1 cv e o torque de 6,5 kgfm não exige muitas mudanças de marchas e agradam. A vibração, no entanto, pode incomodar. Esses números não fazem feio na estrada. A velocidade cresce aos poucos, linearmente, e não assusta. A carenagem permite rodar a 120 km/h sem interferência do vento, com a contribuição do para-brisa, que pode ser manualmente ajustável em três níveis. O conforto também é garantido pelas suspensões macias, mesmo com dois ocupantes. E o painel é completo e de fácil leitura. A Ninja ainda conta com um pequeno computador de bordo que informa consumo médio e instantâneo. A versão com freios ABS sai por R$ 30.990.

Quanto custa manter uma?
Seguro (média): R$ 9.953
Pastilha de freio dianteira: R$ 240 (cada lado)
Pastilha de freio traseira: R$ 220
Manete esquerdo: R$ 74
Pisca esquerdo: R$ 246
Retrovisor esquerdo: R$ 260
Conjunto óptico completo: R$ 1.270
Troca de óleo e filtro, incluindo mão de obra: R$ 196

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Yamaha XJ6 N (R$ 28.890 standard e R$ 29.490 SP) Imagem: Infomoto
A Yamaha XJ6 N é a única naked equipada com motor de quatro cilindros em linha dessa lista, o que já atrai a atenção de muitos motociclistas. No entanto, ela segue conceito mais racional, que prioriza a facilidade de condução para atrair jovens e pilotos com menos experiência. Seu motor é "manso" e tem bastante torque em baixas e médias rotações -- ele oferece 77,5 cv e 6,09 kgfm de torque. O chassi é feito em aço e o conjunto de suspensões é convencional. Tudo para ficar mais acessível. Outro quesito interessante é a economia de combustível: por rodar em baixas rotações com força nas faixas iniciais de giro, ela consome pouco, em torno de 21,8 km/l. Se o que você procura é uma moto amigável para o dia a dia, com capacidade para pegar estradas e com o ronco de quatro cilindros, ela pode ser perfeita para você. Uma edição especial, com visual mais esportivo, sai por R$ 29.490. As versões com freios ABS custam R$ 31.990 e R$ 32.590, respectivamente.

Quanto custa manter uma?
Seguro (média): R$ 4.899
Pastilha de freio dianteira: R$ 310 (cada lado)
Pastilha de freio traseira: R$ 283
Manete esquerdo: R$ 142
Pisca esquerdo: R$ 87
Retrovisor esquerdo: R$ 186
Conjunto óptico completo: R$ 1.060
Troca de óleo e filtro, incluindo mão de obra: R$ 120

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Suzuki Burgman 400 (R$ 29.100) Imagem: Infomoto
O veterano Suzuki Burgman 400 (chegou ao Brasil em 2001) é equipado com motor de um cilindro, capaz de superar 150 km/h -- por conta dos seus 34 cv e 3,7 kgfm de torque. Seus atrativos são o conforto do banco anatômico, largo e coberto por uma generosa camada de espuma, além do vasto espaço para bagagens debaixo do assento, complementado por dois porta-objetos junto ao painel. Como bom maxiscooter, ele traz câmbio CVT e posição de pilotagem confortável, com os pés separados pelo túnel central. Já a proteção contra chuva e vento é propiciada pelo para-brisa, enquanto o escudo frontal protege as pernas do piloto. Suas rodas pequenas (aro 13 na traseira e 14 na dianteira) são um problema para enfrentar pisos irregulares, embora os pneus sem câmara garantam curvas com segurança e ousadia. O Burgman conta ainda com sistema de frenagem combinada (CBS), que aciona o freio dianteiro caso o piloto aperte apenas o manete do traseiro. Quem pensa em ter um destes deve saber que ele exige manutenção criteriosa, principalmente por conta de seus encaixes plásticos, que não suportam estradas esburacas ou donos relaxados.

Quanto custa manter um?
Seguro (média): R$ 2.183
Pastilha de freio dianteira: R$ 450 (cada lado)
Pastilha de freio traseira: R$ 411
Manete esquerdo: R$ 115
Pisca esquerdo: R$ 1.570
Retrovisor esquerdo: R$ 480
Conjunto óptico completo: R$ 3.140
Troca de óleo e filtro, incluindo mão de obra: R$ 120

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Kawasaki ER-6n (R$ 29.390 com ABS) Imagem: Infomoto
Com uma proposta urbana, a Kawasaki ER-6n tem motor bicilíndrico com bom torque em baixas rotações e ainda fôlego para girar alto. Com 649 cm3 de capacidade, o propulsor tem refrigeração líquida, duplo comando no cabeçote (DOHC) e oferece 72,1 cv e 6,5 kgfm de torque. A tocada é confortável na cidade, com poucas trocas de marchas e sem sustos. O visual harmonioso e moderno, principalmente do conjunto óptico frontal -- que traz o painel embutido. As suspensões têm bom curso para uso urbano e a posição de pilotagem ereta com o guidão largo também agrada. O painel com computador de bordo traz informações precisas sobre autonomia e consumo, o que faz desta naked uma das motos mais práticas do mercado. A ausência de carenagem não permite velocidades muito altas, mas para rodar a 120 km/h é tarefa tranquila. A moto ainda tem ganchos sob a rabeta para se amarrar bagagem. E o tanque, com 16 litros, proporciona autonomia em torno de 340 km -- o consumo médio varia entre 21 e 22 km/l. Em 2014, só está à venda o modelo com freios ABS.

Quanto custa manter uma?
Seguro (média): R$ 10.043
Pastilha de freio dianteira: R$ 185,38 (cada lado)
Pastilha de freio traseira: R$ 220,10
Manete esquerdo: R$ 77,12
Pisca esquerdo: R$ 156,42
Retrovisor esquerdo: R$ 236,60
Conjunto óptico completo: R$ 1.156,02
Troca de óleo e filtro, incluindo mão de obra: R$ 210

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Yamaha XJ6 F (R$ 29.490) Imagem: Divulgação
Se você é fã de motores com quatro cilindros, tem R$ 30 mil para gastar e pensa em moto carenada, esta média da Yamaha pode ser uma boa opção. A carenagem é mais do que estética, pois protege contra o vento e, por conta disso, ajuda a diminuir o consumo de gasolina em até 7% em comparação com a versão naked. Embora tenha 10 kg a mais, XJ6 F (196 kg a seco) mantém a mesma largura e não perde agilidade no trânsito. O ganho de peso, inclusive, deixou a roda dianteira fica mais estável e menos sujeita à perda de contato com o solo, seja em acelerações bruscas ou em velocidades mais elevadas. A moto também está disponível com freios ABS, por R$ 32.590.

Quanto custa manter uma?
Seguro (média): R$ 7.152
Pastilha de freio dianteira: R$ 320 (cada lado)
Pastilha de freio traseira: R$ 265
Manete esquerdo: R$ 135
Pisca esquerdo: R$ 81
Retrovisor esquerdo: R$ 392
Conjunto óptico completo: R$ 1.792
Troca de óleo e filtro, incluindo mão de obra: R$ 184

Divulgação
BMW G650 GS (R$ 29.800 com ABS de série) Imagem: Divulgação
A G 650 GS é a porta de entrada das motos BMW no Brasil. Seu propulsor de um cilindro, duplo comando no cabeçote (DOHC) e refrigeração líquida é capaz de produzir 50 cv, mas sua maior virtude é o torque em baixos giros, que atinge o pico de 6,1 kgfm a 4.800 rpm. Trata-se de uma moto para quem gosta de monocilíndricas, já que é ruidosa e vibra bastante em determinadas faixas de rotação. Seu consumo é razoável: cerca de 20 km/l, o que pode resultar em mais de 350 km de autonomia. Bons números para quem busca uma moto versátil para uso urbano e viagens, também porque o banco é baixo (78 cm do solo) e confortável. Além disso, ela roda em estradas de asfalto e de terra com desenvoltura, principalmente em função de sua ciclística com suspensões de longo curso e roda dianteira de 19 polegadas (de liga-leve). Montada em Manaus, a G 650 GS vem com para-brisa, freios ABS (desligável) e aquecedor de manopla de série.

Quanto custa manter uma?
Seguro (média): R$ 2.621
Pastilha de freio dianteira: R$ 568
Pastilha de freio traseira: R$ 378
Manete esquerdo: R$ 727
Pisca esquerdo: R$ 239
Retrovisor esquerdo: R$ 370
Conjunto óptico completo: R$ 1.279
Troca de óleo e filtro, incluindo mão de obra: R$ 287

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Yamaha XT 660Z Ténéré (R$ 29.920) Imagem: Infomoto
Se você gostou da XT 660R aí de cima, mas lamentou sua limitação para longas viagens, a Ténéré 660Z é sua moto ideal. Com a mesma base mecânica (quadro e motor), ela traz um banco mais confortável, para-brisa e tanque maior -- com capacidade para 23 litros. Suas rodas também são raiadas e os pneus, de uso misto. As suspensões de longo curso garantem boa absorção dos obstáculos e uma pilotagem segura no fora-de-estrada.
O desempenho do motor é semelhante, mas a Ténéré tem um mapeamento eletrônico e uma caixa de ar diferentes da XT 660R, o que acaba alterando seu comportamento, deixando-a menos brusca. Mas o que muda mesmo é a ergonomia e o conforto. O painel é mais completo, com conta-giros analógico e marcador de combustível. Se você for rodar muito na cidade, porém, leve em consideração o peso maior e seu porte mais avantajado (outro item importante é a altura do banco, de 896 mm). A Yamaha lançou recentemente a opção com freios ABS e, segundo a fábrica, a altura do assento é menor nessa nova versão, assim como o curso das suspensões. O valor é maior: R$ 32.990.

Quanto custa manter uma?
Seguro (média): R$ 3.640
Pastilha de freio dianteira: R$ 391,07 (cada lado)
Pastilha de freio traseira: R$ 309,29
Manete esquerdo: R$ 160,46
Pisca esquerdo: R$ 121,46
Retrovisor esquerdo: R$ 65,07
Conjunto óptico completo: R$ 1.239,81
Troca de óleo e filtro, incluindo mão de obra: R$ 130

Infomoto
Honda Shadow 750 (R$ 29.900) Imagem: Infomoto
A Honda Shadow 750 é a única opção na faixa de R$ 25 a R$ 30 mil para motociclistas apaixonados por motos custom. Seu design, inspirado no estilo chopper, é o principal atrativo, mas não o único. Para-lamas compactos, banco estreito, guidão alto e um pouco curvado para dentro e escapamento duplo cromado são outros pontos marcantes. Apesar de ter um conjunto de freios espartano (a versão da Shadow deste guia usa tambor na traseira), seu sistema de transmissão final é um dos diferenciais -- feita por eixo-cardã, ele exige pouca manutenção e garante maior conforto para passageiros por não emitir ruídos mecânicos. Com 835 mm de largura, a moto roda na cidade sem grandes dificuldades. Sobre torque em baixos e médios giros -- seu propulsor de dois cilindros em "V", de 745 cm3, também consome pouco: 19,7 km/l em circuito misto. Para quem quiser a segurança do freio ABS, uma versão é vendida por R$ 32.400.

Quanto custa manter uma?
Seguro (média): R$ 2.250
Pastilha de freio dianteira: R$ 242
Pastilha de freio traseira: R$ 167,40
Manete esquerdo: R$ 61,70
Pisca esquerdo: R$ 160,40
Retrovisor esquerdo: R$ 323,30
Conjunto óptico completo: R$ 976,80
Troca de óleo e filtro, incluindo mão de obra: R$ 172,78

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Kawasaki Versys (R$ 29.990) Imagem: Infomoto
Embora a Versys traga versatilidade no nome, suas rodas de liga leve e pneus esportivos gostam mais do asfalto que da terra. Seu motor é o mesmo da naked ER-6n e da Ninja 650, mas produz 64 cv e 6,2 kgfm de torque -- tem mais torque em baixa, o que significa acelerações de 0 a 100 km/h mais divertidas. As suspensões têm bom curso e trazem especificações boas para obstáculos urbanos, como valetas, lombadas e buracos, mas não são completamente adequadas para uma estrada de terra. Na cidade, aliás, a Versys é ágil nas mudanças de direção; na estrada, contorna curvas com desenvoltura e firmeza. O banco e a posição de pilotagem garantem conforto, assim como a bolha, ajustável com chave em três posições diferentes. A versão com ABS custa R$ 32.990.

Quanto custa manter uma?
Seguro (em média): R$ 2.756
Pastilha de freio dianteira: R$ 203 (cada lado)
Pastilha de freio traseira: R$ 242
Manete esquerdo: R$ 90
Pisca esquerdo: R$ 172
Retrovisor esquerdo: R$ 279
Conjunto óptico completo: R$ 1.120
Troca de óleo e filtro, incluindo mão de obra: R$ 253,50

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