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Hyundai Creta: conheça cinco manhas do 3º SUV mais vendido do Brasil

Murilo Góes/UOL
Imagem: Murilo Góes/UOL

Leonardo Felix

Do UOL, em São Paulo (SP)

12/02/2018 04h00

UOL Carros estreia nesta segunda-feira (12) uma nova seção: "manhas". Objetivo é dar dicas rápidas a proprietários ou pessoas que querem comprar um determinado modelo, a fim de que possam contornar pequenos vacilos de projeto ou aproveitar melhor as boas funcionalidades de cada carro.

O escolhido para estrear esta série foi o Hyundai Creta, por um motivo elementar: é o terceiro SUV mais vendido do mercado brasileiro e um dos maiores destaques de nosso mercado na atualidade.

Muita gente quer comprá-lo, portanto, e para isso será preciso desembolsar no mínimo R$ 76.350. Se a versão escolhida for a que ilustra esta reportagem, Sport 2.0 AT6 com pintura bronze metálica, a etiqueta sobe a R$ 97.450. Clique aqui para ver o que a versão tem.

Você é um dos pretendentes? Já tem um na sua garagem? Então se ligue nos detalhes abaixo:

Veja mais

+ Tudo sobre o Hyundai Creta
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Manhas do Creta

  • Murilo Góes/UOL

    Acionou o alarme? Tem certeza?

    Uma das maiores mancadas do Creta é uma pequena confusão em relação aos comandos telemáticos da chave canivete para acionamento do alarme. Ao apertar o botão uma vez você ouvirá o travamento das portas, e só. Clicando uma segunda vez é possível escutar um pequeno "bip" do alarme, que originalmente seria o indicativo de que o dispositivo entrou em ação. A Hyundai afirma que o tal "bip" serve apenas para confirmar que, sim, o carro está travado, mas garante que o alarme é ativado já ao primeiro toque.

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    Dirigindo (levemente) de lado

    Os bancos dianteiros do Creta são confortáveis e dão um toque bastante agradável quando revestidos em couro, item de série nesta versão. Só que há um probleminha: o assento do motorista fica ligeiramente desalinhado em relação ao volante, o que significa que o condutor estará o tempo todo andando sutilmente de lado. Além disso, falta firmeza para segurar o corpo em guinadas mais fortes. Por isso, procure a posição mais cômoda possível nos ajustes manuais de altura do assento e angulação do encosto de lombar (lembre-se: o tronco precisa estar integralmente apoiado), e fique atento para não sobrecarregar costas, pescoço, ombros e braços em viagens mais longas.

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    Cuidado com os giros altos

    O motor 2.0 Nu 4-cilindros flex de 156/166 cv (gasolina/etanol) e 19,1/20,5 kgfm tem ótimo desempenho e conversa bem com o câmbio automático de seis velocidades. Porém, é preciso tomar cuidado para não deixar o SUV se "esguelar" demais, pois os giros tendem a ficar altos na estrada. Não é difícil controlar os gritos. Basta dosar bem o pé no acelerador (pressioná-lo com suavidade já é suficiente para alcançar boas velocidades de cruzeiro) e aproveitar a função de trocas manuais na alavanca do câmbio (puxando a manopla para a esquerda).

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    Aproveite os gráficos da câmera de ré

    A central multimídia do Creta está longe de ser espetacular. Sua operação perde em intuitividade em relação a concorrentes como o Ford EcoSport. Mas há qualidades: projeta celulares (via Apple CarPlay e Android Auto) e dispõe de uma câmera de ré das mais eficientes, porque conta não com um, mas sim dois gráficos -- um estático e outro dinâmico. Ambos ajudam a compreender bem o posicionamento do veículo de acordo com o espaço e o ângulo de esterço das rodas. O gráfico dinâmico traz ainda barras transversais e divisão de cores em amarelo e vemelho, indicando precisamente quando a traseira está perto demais dos obstáculos.

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    Abuse dos comandos do volante

    O quadro de instrumentos e o volante multifuncional do Creta estão entre os mais intuitivos do segmento e do mercado em geral. Nos raios laterais do volante há uma distribuição muito clara entre os controles de volume do rádio, funções do cluster, dados de viagem e ajustes do controle de cruzeiro. Afinal, esse tipo de recurso está aí para facilitar, e não para fazer o motorista se distrair por período longos tentando entender o que precisa apertar ou selecionar, não é mesmo?

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