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Honda promete moto elétrica realista até 2018

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Honda EV-Cub propõe scooter pequeno, verde, tecnológico e... barato Imagem: Divulgação
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O MotociclistaRoberto Agresti

Roberto Agresti, editor da Revista da Moto! desde 1994, volta a escrever para UOL Carros. Sua estreia na imprensa automotiva foi em 1984, com passagens pelas revistas Motoshow (atual Motor Show) e Motor 3. Atualmente, é comentarista da rádio CBN/CBN MOTO e colaborador do site AutoEntusiastas desde 2011.

Colaboração para o UOL

14/06/2017 10h00

Marca quer acelerar popularizaração de modelos verdes e tecnológicos

Líder mundial na produção de motonetas, motocicletas e scooters, a Honda anunciou recentemente em seu principal centro de desenvolvimento, em Tochigi (Japão), que em 2018 já terá um modelo elétrico em seu catálogo.

Elétrico e acessível, já que o segmento escolhido não será elitista como o da BMW C Evolution. Enquanto a marca alemã apostou num scooter que sai por 14 mil euros na Alemanha (quase R$ 52 mil), a rival japonesa quer tentar tornar as motos limpas verdadeiramente populares. E logo.

Aliás, em Tochigi o elegante e essencial EV-Cub servia de exemplo concreto do que pode vir por aí. Apresentado como conceito no Salão de Tóquio de 2015, o EV-Cub é uma motoneta elétrica que reproduz as formas do modelo que popularizou a marca nipônica mundo afora, a Honda Cub.

Se o futuro scooter "verde" reunir as mesmas qualidades que consolidaram o sucesso do Cub pioneiro -- no Brasil a Honda Biz é a evolução do modelo, criado no fim dos anos 1950 --, o futuro da mobilidade sobre duas rodas estará assegurado.

Verdes e seguras

 Paralelamente a Honda mostrou também o protótipo de um scooter PCX (o mais vendido no Brasil) dotado de airbag.

Pioneira na aplicação de bolsa de ar inflável em veículos de duas rodas -- a gigantesca Honda Gold Wing recebeu tal dispositivo a partir de 2006 -- o desafio da Honda é aplicar o airbag em modelos pequenos sem que isso incida excessivamente sobre preço e peso finais.

Outro dispositivo mostrado em Tochigi é um sistema que faz acender a luz de freio com mais intensidade e aciona os piscas traseiros simultaneamente caso seja detectada uma desaceleração igula ou maior do que 6 m/s.

Simples mas efetivo, tal equipamento poderá equipar em breve grande parte da produção de veículos de duas rodas da Honda, tendo em vista a teórica simplicidade de aplicação de tal dispositivo.

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Honda também promete popularizar em breve o airbag para motocicletas Imagem: Divulgação

Além do que se viu

No evento a Honda anunciou não apenas estas novidades para o segmento de duas rodas, como também uma série de novas tecnologias e/ou produtos.

Entre eles o trio de automóveis Clarity, sedãs de médio porte que em breve estarão à disposição dos consumidores inicialmente no Japão e nos EUA, pasra brigar com Toyota Mirai e Prius.

O primeiro é empurrado por célula de hidrogênio e estará à disposição apenas por sistema de leasing. Outro será híbrido. O terceiro, 100% elétrico.

O que têm estes carros a ver com motocicletas? Muito: alcançando o estágio de efetiva produção com um tripé de automóveis que coloca em segundo plano o consumo de combustíveis fósseis, a Honda sinaliza tecnologia e faz entrever que a migração de suas experiências nas quatro rodas para sua produção de duas rodas é questão de (pouco) tempo.

Pontos mais fracos dos veículos elétricos ainda são autonomia das baterias e tempo de recarga. No encontro a Honda anunciou ter desenvolvido baterias melhores e um sistema de recarga que reduz à metade o tempo necessário para recomposição da energia.

Tal tecnologia pode se demonstrar crucial para dar ao scooter prometido a condição de ser alternativa real aos até agora onipresentes motores à combustão interna. Enfim, o futuro está servido. E no que diz respeito às Honda sobre duas rodas, ele é elétrico e mais seguro.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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