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Aura jovem e motor 1.0 VHCE posicionam Prisma entre sedãs compactos de entrada
| PRISMA 1.0 VHCE |
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| - O Prisma foi lançado no mercado brasileiro em outubro de 2006, seis anos após a estreia do Celta, hatch compacto do qual é o três volumes é derivado. |
| - Assim como o hatch Celta, o Prisma é construído sobre uma plataforma baseada na estrutura da primeira geração do Corsa sedã, lançada no Brasil em 1994. |
| - O Prisma tem apenas quatro cores possíveis para a carroceria: branco, preto, vermelho e prata, a única metálica, que adiciona R$ 645 ao preço final do modelo. |
| - O motor 1.0 8V VHCE flex também está sendo aplicado ao hatch Celta e ao sedã Classic. |
| - Na versão Maxx do Prisma, a chave de contato vem com comandos de abertura e travamento remoto das portas. |
| - O porta-malas do Prisma comporta 439 litros, volume ligeiramente superior ao do Corsa sedã, com 432 litros de capacidade no compartimento. Mas é menor que o dos rivais Fiat Siena e Volkswagen Voyage, que levam 500 e 480 litros, respectivamente. |
| Chevrolet Prisma Maxx 1.0 8V VHCE flex |
| Motor: A álcool e a gasolina, dianteiro, transversal, 999 cm³, quatro cilindros em linha, duas válvulas por cilindro e comando simples no cabeçote. Injeção eletrônica de combustível multiponto sequencial. Acelerador eletrônico. |
| Transmissão: Manual com cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle eletrônico de tração. |
| Potência: 78 cv a álcool e 77 cv a gasolina a 6.400 rpm. |
| Torque: 9,7 kgfm a álcool e 9,5 kgfm a gasolina a 5.200 rpm. |
| Diâmetro e curso: 77,6 mm x 73,4 mm. Taxa de compressão: 12,6:1. |
| Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais e amortecedores hidráulicos. Traseira semi-independente por eixo de torção, com molas helicoidais progressivas do tipo barril, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Não oferece controle eletrônico de estabilidade. |
| Freios: Dianteiros a discos sólidos e traseiros e tambor. |
| Carroceria: Sedã compacto em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Dimensões: 4,12 metros de comprimento, 1,64 metro de largura, 1,46 metro de altura e 2,44 metros de distância entre-eixos. |
| Peso: 921 kg. |
| Porta-malas: 439 litros/829 litros com rebatimento. |
| Tanque: 54 litros. |
| Desempenho - Apesar das limitações inerentes a um modelo equipado com motor 1.0 litro, o Prisma surpreende. A unidade de força está mais ágil com as mudanças na calibração do sistema de injeção eletrônica. Os 9,7 kgfm de torque obtidos com álcool são despejados totalmente somente aos 5.200 rpm e, por isso, demoram a entrar em ação. Mas a partir dos 4 mil giros a unidade de força VHCE já disponibiliza quantidade razoável de energia. E como as primeiras relações do câmbio manual são curtinhas, o resultado é um comportamento mais esperto no trânsito, com os giros do motor sempre elevados. Contudo, a performance nas acelerações e retomadas é contida. A arrancada de zero a 100 km/h consome 14,3 segundos e a retomada de 60 km/h a 100 km/h, 14,8 segundos, com a 4ª marcha engatada. A máxima é de 162 km/h. Nota 7. |
| Estabilidade - É um dos aspectos mais fracos do Prisma. Nas retas, a sensação de flutuação surge logo após os 120 km/h. Já nas curvas, o modelo tende a torcer excessivamente a carroceria. E nas frenagens, a frente mergulha com vontade. Outro ponto negativo é a comunicação entre rodas e o volante. O condutor é forçado a corrigir a trajetória constantemente. Nota 6. |
| Interatividade - Os comandos, em geral, são bem organizados no Prisma. Ficam todos onde devem estar, corretamente posicionados. O quadro de instrumentos também oferece boa leitura, embora os numerais do velocímetro e do conta-giros sejam menores que o desejável. A verdade, porém, é que o sedã compacto da GM tem várias limitações. Faltam regulagens de altura para o banco do motorista e para a coluna de direção. Mas a principal delas é o volante desalinhado em relação ao banco do condutor - um problema de projeto herdado do Corsa que afeta diretamente a ergonomia. Por fim, o câmbio manual tem engates esponjosos e imprecisos. Por vezes, o condutor é forçado a procurar a marcha. Nota 6. |
| Consumo - O Prisma registrou uma média de 8,2 km/l de álcool num percurso com 2/3 de cidade e 1/3 de estrada. O resultado é bom, mas levando-se em consideração a letra "E", do marketing "ecologicamente correto" da GM, poderia ser melhor. Nota 8. |
| Conforto - O espaço interno do Prisma é bastante limitado. O entre-eixos, de 2,44 metros nem é curto, mas o habitáculo não oferece sobras nem para pernas, nem para cabeças. No banco traseiro, viajam apenas dois adultos e uma criança pequena. Os bancos de espessura fina e espumas de densidade elevada também são pouco confortáveis em passeios mais longos. A suspensão mais macia tenta compensar. Já o isolamento acústico é afetado constantemente pelo barulho do motor, que trabalha a maior parte do tempo com giros altos e "berra" sem cerimônia. Nota 6. |
| Tecnologia - Faz apenas três anos que o Prisma foi lançado no mercado brasileiro. Mas a estrutura em monobloco, também utilizada no hatch Celta, foi adaptada da plataforma da primeira geração do Corsa, de fevereiro de 1994. O motor 8V de 1,0 litro é outro componente com origem na década de 90. Só que a unidade de força ganhou desenvolvimentos e ajustes ao longo dos anos, como roletes nas válvulas e recalibração da injeção eletrônica, que elevaram potência e torque e ainda reduziram a emissão de poluentes. Já no caso dos itens de série, a versão Maxx combinada ao motor 1.0 tem um pacote restrito. Traz basicamente direção hidráulica, ar-condicionado e travas e vidros elétricos. Nota 6. |
| Habitabilidade - Há uma quantidade razoável de porta-objetos no Prisma, sem fartura. Já o porta-malas de 439 litros é afetado pelo vão estreito de acesso, mas oferece um espaço amplo, que com o banco traseiro rebatido chega a significativos 829 litros. Trata-se de um volume competitivo para a categoria. Nota 7. |
| Acabamento - As peças plásticas que cobrem o interior do Prisma não impressionam os olhos e tampouco as mãos. As texturas escolhidas transmitem uma sensação de fragilidade e de falta de qualidade dos materiais. Algumas peças têm encaixes imprecisos, com folgas visíveis. Também há rebarbas aparentes, embora não sejam numerosas e gritantes. E a iluminação do interior é limitada aos bancos dianteiros. Nota 6. |
| Design - A cara do Prisma determinou o face-lift que o Celta sofreu há pouco mais de dois anos. Até as portas traseiras, os dois são iguaizinhos. Depois delas, surge o terceiro volume, bem desenhado e de traços elegantes. As linhas em geral são repletas de vincos, bem ao estilo da Chevrolet, e têm bastante harmonia. Na dianteira, os faróis encorpados envolvem a nova grade bipartida com a clássica gravatinha dourada ao centro -- adotada recentemente no sedã. Já na traseira, as lanternas tem três seções de luz, com a central em fundo branco para as luzes de direção e as outras duas com lentes vermelhas. Nota 8. |
| Custo/Benefício - É o ponto chave na versão Maxx avaliada, com o motor 1.0 VHCE. Os R$ 28.800 pedidos colocam o Prisma na briga direta com outros sedãs compactos de entrada, como Fiat Siena, Volkswagen Voyage e Ford Fiesta, que também oferecem versões equipadas com motores mil. E por R$ 33.334, o modelo completo oferece uma lista de série mais justa e compatível com o segmento, com itens como direção, ar, vidros e travas elétricos. Nota 9. |
| Total - O Prisma Maxx 1.0 VHCE flex somou 69 pontos em 100 possíveis. NOTA FINAL: 6,9 |

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