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Mitsubishi Lancer será brasileiro e estreia acontece em julho de 2014

André Deliberato

Do UOL, em São Paulo (SP)

Após a nacionalização do crossover ASX, que era importado do Japão e passou a ser produzido na fábrica da Mitsubishi em Catalão (GO), a marca prepara para o ano que vem a tropicalização de outro modelo: o sedã Lancer, que atualmente é importado do país asiático (assim como o atual Outlander).

O Lancer brasileiro começa a ser fabricado em junho de 2014 e chega às lojas no mês seguinte, em julho. Os preços, entretanto, devem sofrer poucas alterações, já que a MItsubishi subsidia a importação do modelo atual. Atualmente, o Lancer custa a partir de R$ 66.890 (com motor 2.0 e câmbio manual).

O preço sobe para R$ 72.890 na configuração de entrada com câmbio CVT, cresce para R$ 84.190 na versão GT (mais recheada que a primeira) e alcança R$ 98.190 na GT AWD (tração integral). A princípio, Lancer Sportback e Evolution (o mais esportivo) continuam sendo importados, já que o volume de vendas de ambos é menor.

OS PLANOS DA MARCA
Quem esperava a chegada do Mirage para o próximo ano terá de esperar mais. A marca não esconde que tem vontade de vender o compacto no Brasil, mas lembra que para isso a rede de concessionárias precisaria ser amplamente estendida, assim como a própria sede da marca em Goiás, que atualmente não está preparada para a produção de um carro de alto volume.

Além do Lancer e do ASX, o Outlander é outro modelo que pode ser produzido por aqui -- tudo vai depender da aceitação do visual do modelo 2014, que deve chegar ainda neste semestre. Caso as vendas do SUV atinjam (ou, de preferência, superem) as estimativas da marca, não está descartada essa possibilidade (ASX, Lancer e o atual Outlander compartilham características de uma mesma plataforma).

  • i-MiEV (na foto, com Lula) vira opção se houver mais incentivos do Governo para elétricos

ELÉTRICO
O i-MiEV, veículo 100% elétrico da Mitsubishi, chegou ao Brasil em 2010 e vendeu sete unidades, todas para empresas e ao preço de R$ 200 mil.

É pouco e a marca sabe disso. Por isso, mantém conversas com o Governo para possíveis incentivos. Por enquanto, ele é vendido por encomenda e não existem planos de parcerias com empresas para a venda de lotes maiores. 

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