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GM liga Bolt na tomada nos EUA; Brasil está na fila pelo compacto

Rebecca Cook/Reuters
Mary Barra, chefona mundial da GM, participa da apresentação do Bolt conceito em Detroit; elétrico terá no preço o grande trunfo para "balançar" segmento imagem: Rebecca Cook/Reuters


Em Washington (EUA)

A General Motors anunciou nesta semana que iniciará a produção do compacto elétrico Chevrolet Bolt EV, apresentado como conceito no Salão de Detroit, em janeiro. A montagem será feita na fábrica de Orion (próximo a Detroit), nos Estados Unidos, e o foco inicial será atender o mercado norte-americano.

O objetivo, já anunciado durante o evento, é fazer um modelo de baixo custo, estimulando assim a popularização de veículos movidos a energia alternativa. Por isso, estima-se que o Bolt custará menos de US$ 30 mil (cerca de R$ 85 mil) nos EUA, já descontados os subsídios do governo americano.

"A mensagem dos consumidores [no salão] foi clara: fabriquem esse carro", declarou de forma enfática o presidente da GM para a América do Norte, Alan Batey. Para ele, o compacto tem "forte potencial para sacudir o statu quo entre os veículos elétricos", o que explica a pressa da montadora em torná-lo um carro de série. 

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Formato do Bolt EV lembra um monovolume compacto, como o velho Meriva imagem: Newspress
Além disso, o Bolt é uma resposta da GM ao BMW i3 e a veículos mais caros da Tesla -- fabricante americana especializada em elétricas.

BRASIL DE OLHO
Há razões fortes para a divisão brasileira da GM comemorar o início da produção do Bolt: com dimensões de um hatch ou monovolume compactos, o modelo pode ser trazido ao país em breve, seja em configuração elétrica ou sendo usado como base para um futuro substituto do Celta.

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