Triumph atualiza Street Triple 675, que vem para o Brasil

Arthur Caldeira

Da Infomoto, em Colônia (Alemanha)

Na contramão da queda do mercado de motos acima de 500 cc em todo o mundo, a inglesa Triumph mantém suas vendas em torno das 50.000 unidades/ano. E no Salão de Colônia, a marca aposta em um segmento mais "popular" para continuar em posição confortável. A Street Triple 675 foi atualizada para tentar reconquistar o posto de moto mais vendida da fabricante em todo o mundo -- com o lançamento da Tiger 800 em 2010, a naked de média cilindrada caiu para o segundo lugar.

A Triumph modernizou e "emagreceu" a Street Triple. O quadro de alumínio foi redesenhado com a perda de peso em mente, contribuindo com 6 kg a menos no novo modelo. Além disso, a motocicleta abandonou a dupla saída de escape na rabeta e ganhou na versão 2013 uma única ponteira, localizada sob a moto.

Outra novidade são os freios ABS (antitravamento), que agora podem ser desligados. As rodas de liga-leve também ganharam novo formato. "A nova Stret Triple tem uma melhor distribuição de peso e consequentemente melhor pilotagem", afirma Simon Warburton, gerente de produtos da Triumph. Uma versão "R", com suspensões e freios mais sofisticados, também foi lançada. Além das especificações melhores, a Street Triple "R" traz a aleta do radiador na cor vermelha.

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NO BRASIL
Warburton ainda fez questão de frisar a entrada oficial da marca no mercado brasileiro, no final de outubro. Segundo executivos da empresa, a expansão para países como Brasil e Índia contribui para o crescimento da empresa em época de crise na Europa. Vale ressaltar que, inicialmente, a Triumph irá montar ao menos três modelos em sua fábrica de Manaus (AM). Por se tratar de um modelo de mais volume, a Street Triple está cotada para ser nacionalizada -- e a nova versão pode chegar em breve por aqui.

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